Motörhead: Phil Campbell conta como acha que Lemmy teria lidado com a pandemia
Por André Garcia
Postado em 02 de setembro de 2022
Após ser roadie de Jimi Hendrix e integrar o viajante Hawkwind, foi a vez de Lemmy Kilmister fazer história com o Motörhead. Ao misturar a fúria punk com o peso do metal, a banda se tornou uma verdadeira instituição musical, e um dos mais influentes nomes do rock pesado. E totalmente associado a ela está a imagem de seu fundador, com sua voz rouca, baixo estrondoso e temperamento curto e grosso.
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Lemmy Kilmister morreu em 2015, mas não foi esquecido. Tanto que, durante a pandemia, fãs imaginaram como ele teria lidado com aquela situação. A Classic Rock perguntou a uma das pessoas que melhor o conheceram, o guitarrista Phil Campbell — segundo mais longevo membro do Motörhead, com uma passagem pela banda que durou de 1984 até seu último show.
"Ele teria simplesmente dito 'que se f*da' e saído em turnê', respondeu. "Mas, quando começasse a ver as pessoas morrendo, acredito que teria percebido a gravidade. Eu não acho que ele iria querer sair em turnê, ele era bem preguiçoso também. Lem curtia ficar em casa quando podia. Ia ao Rainbow [lendário bar de Los Angeles, que ele tanto frequentava], e já estava bom. Já fazia o dia dele."
Quando perguntado se as ações dos governantes ingleses diante da pandemia o agradaram, Phil foi curto e grosso como seu antigo colega: "Eu não acho que tenha agradado a alguém. É simplesmente uma farsa. Uma burrada atrás da outra. Eles estão apenas enchendo os bolsos e se perpetuando no poder — o de sempre."
Ao ser questionado se já superou a perda de Lemmy Kilmister, a resposta foi negativa: "Não, eu penso nele quase todo dia. Só de subir no palco, entrar em um ônibus em turnê, ir ao banheiro às 5 da manhã e encontrar ele ainda acordado… Ele sempre está por aí, na minha cabeça."
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