"Symbolic" não foi aceito por todos na comunidade death metal, diz ex-guitarrista do Death
Por Mateus Ribeiro
Postado em 17 de outubro de 2022
A banda Death possui uma discografia de respeito. O grupo liderado pelo guitarrista/vocalista Chuck Schuldiner lançou sete álbuns durante a sua curta carreira e um dos mais aclamados é "Symbolic". Lançado em março de 1995, o sétimo registro da discografia é um trabalho que reúne altas doses de técnica e velocidade.
Embora seja um disco marcante e influente, "Symbolic" não foi bem recebido por alguns deathbangers na época de seu lançamento. E quem disse isso não foi Mateus Ribeiro, mas sim o guitarrista Bobby Koelble, que gravou o citado álbum e recentemente concedeu entrevista ao site MetalSucks.
"Eu tive uma sorte incrível de ter feito parte disso. Foi minha primeira oportunidade profissional legítima de fazer uma turnê e conhecer o mundo. Honestamente, ‘Symbolic’ não foi bem recebido por todos na comunidade do death metal na época porque o peso e a brutalidade estavam em voga. Foi meio que uma despedida. Mas acho que [‘Symbolic’] envelheceu muito bem e ainda soa muito bem hoje. Sou eternamente grato a Chuck por me dar essa oportunidade", afirmou Bobby.
O guitarrista, que atualmente toca jazz, também falou sobre a sua despedida do Death. "No final, ficou claro que o relacionamento de Chuck com a [gravadora] Roadrunner Records havia se deteriorado, que ele estava cansado de cantar e não queria mais fazer isso. Então, nossa última turnê pela Europa foi agridoce, porque sabíamos que estávamos nos separando quando acabou. Ele passou de uma alta maciça para uma baixa significativa ao longo de dois anos, e foi honestamente deprimente e difícil de lidar com isso por um tempo. Chuck mais tarde me perguntou se eu queria tocar com o Control Denied, mas minha vida estava se movendo em uma direção diferente, e eu não sentia que estava no espaço certo para isso", concluiu.

Três anos após o lançamento de "Symbolic", o Death ainda lançou "The Sound Of Perseverance", que acabou se tornando o último trabalho do grupo.
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