A explicação do Rhapsody só fazer show a partir do terceiro álbum, segundo Fabio Lione
Por Gustavo Maiato
Postado em 27 de abril de 2023
O Rhapsody, que depois passou a ser conhecido como Rhapsody of Fire, só passou a fazer shows na época do terceiro álbum "Dawn of Victory". Em entrevista ao canal Gustavo Maiato, Fabio Lione explica o motivo.
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"O ponto é que o Rhapsody não tinha muita experiência ao vivo. O Luca e o Alex eram amigos e compositores. Mas de um ponto de vista ao vivo, não tinha experiência nenhuma. O Luca chegou a cantar alguns shows antes. Quando eu cheguei na banda e lançamos o primeiro CD, nos tornamos algo diferente. O disco começou a bombar. Foram 150 mil cópias físicas em poucos meses. Do nada!
Uma banda italiana improvisada. Ou seja, agora teríamos que tocar. Como será isso? Por isso, precisamos de um período e a primeira turnê foi só no ‘Dawn of Victory’, terceiro CD. Só aí encontramos o baterista alemão Alex Holzwarth, que é o mesmo que gravou ‘Angels Cry’, do Angra. Sempre existiu essa conexão do Angra com o Rhapsody. O Alex era amigo do Sascha da época do ‘Angels Cry’ e aí o Sascha falou comigo e com o Luca. Ele gravou o terceiro CD e resolvemos sair para tocar. Tocamos na Europa com o Stratovarius e o Sonata Arctica. Foi bem legal, conseguimos experiência.
Não foi incrível, porque foi nossa primeira turnê. Foram 39 shows na Europa. Depois, na época do ‘Power of the Dragonflame’, tocamos mais. Fico feliz em pensar no que o Rhapsody conquistou, mas acho que a banda poderia ter feito muito mais. Tivemos problemas internos de empresariado. Muitas coisas. Mas chegamos em um nível muito bom e conquistamos o coração de muitos fãs. Trabalhamos até com o ator do Saruman", disse.
Assista a entrevista completa aqui.
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