A fantasia muito justa que Rafael Bittencourt usou no seu primeiro trabalho no Brasil
Por Gustavo Maiato
Postado em 23 de agosto de 2023
Se hoje em dia Rafael Bittencourt acumula profissões como músico e apresentador de podcast, o início de sua trajetória profissional se deu em outras áreas. Em participação no Kritikê, ele revelou que seu primeiro job foi como pintor nos EUA e no Brasil atuou como Mickey numa festa infantil.
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"Quando eu estava cursando o ensino médio nos Estados Unidos, ajudei como auxiliar de pintor de casas. Voltei e comecei a dar aulas de violão e guitarra. Isso foi no começo, na época em que entrei no grupo dos Menestréis do Oswaldo Montenegro e participei de uma peça de teatro. Eu tinha 18 anos, e uma amiga do teatro falou sobre uma empresa de animação de festas infantis.
O sujeito que estava programado para ir como o Mickey desistiu no último momento. "Você pode ir como o Mickey para a festa?", me perguntaram. E eu disse, "Claro, é perto da minha casa". A mãe disse que a minha amiga estaria lá, e ela me daria a fantasia. Cheguei lá um pouco antes da festa, e a minha amiga me entregou a fantasia. Fui ao banheiro me vestir como o Mickey. A fantasia era bem pequena, uma versão justa do Mickey, com a cabeça do Mickey na minha cabeça. Mas acabou ficando enfiada na minha bunda e marcando na região do meu saco. Então, era um Mickey sugestivo, digamos assim.
Um Mickey erótico em uma festa infantil, entende? Mas sabe, estava pensando sobre isso hoje, de forma curiosa, lembrando dessas situações inusitadas. Nesse campo de animação, ou melhor, entretenimento, eu acredito que foi uma experiência incrível, porque fiquei brincando com as crianças como um Mickey "diferente" durante toda a noite. Foi muito divertido, cara".
Ainda sobre Rafael Bittencourt e seus trabalhos, seus companheiros no podcast Amplifica refletiram em outra oportunidade sobre a melhor e pior parte de trabalhar com o guitarrista do Angra.
"A pior parte de trabalhar com o Rafael Bittencourt para mim só tem uma, que é a mesma parte que é boa. Que é o quão malucas as coisas podem ficar. Por isso, é muito difícil para mim. Muito complexo, mas gosto demais. Essa parte de ajudar ele a dosar onde está ficando fora de controle". (André Suete, Diretor).
"A melhor parte é que ele é artista em tudo o que ele faz. Ele está sempre pensando em composição e coisas novas para o programa. Ele sempre compartilha conosco ideias para o programa. Ele não está só na parte de apresentador, mas participa também da construção das coisas. Pensando novos jeitos para reformular o programa. Esse formato de música as pessoas podem copiar, mas cada programa tem uma essência e ele traz muito da personalidade dele". (Tainá Biá, Assistente de Operação).
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