Como surgiu ideia de unir death metal e elementos sinfônicos, segundo Septic Flesch
Por Gustavo Maiato
Postado em 29 de outubro de 2023
Christos Antoniou é guitarrista da banda grega Septicflesh, que fundou em 1990 ao lado de seu irmão Seth Siro Anton (baixo e vocais) e do também guitarrista Sotiris Vayenas. Em entrevista a Marcelo Vieira, ele falou sobre a turnê da banda pelo Brasil, promovendo o excelente álbum "Modern Primitive" (2022). Confira os principais trechos abaixo.

Esta será a segunda vez que o Septicflesh se apresentará no Brasil. Primeiramente, quais memórias perduram da primeira visita em 2017?
Christos Antoniou: A primeira visita foi maravilhosa, guardamos memórias incríveis. O público foi fenomenal, a resposta foi cheia de energia e entusiasmo. Também tivemos algum tempo livre para explorar o Rio de Janeiro, visitando lugares como a Praia de Copacabana e outros. Foram dias memoráveis.
O novo álbum, "Modern Primitive", marcou sua estreia com a Nuclear Blast Records. Poderia nos contar como ocorreu essa transição de gravadora, deixando a Season of Mist pela Nuclear Blast?
Lançamos quatro álbuns com a Season of Mist, que desempenhou um papel fundamental na banda, tanto financeiramente quanto na promoção. Entretanto, chegou o momento de seguir adiante. Não que a Season of Mist tenha sido problemática, mas desejávamos alcançar novos horizontes, e a Nuclear Blast é, sem dúvida, a referência máxima. Recebemos propostas de outras gravadoras, mas sempre sonhamos em fazer parte da Nuclear Blast, e é onde estamos agora.
O Septicflesh é conhecido por incorporar elementos sinfônicos e corais em sua música. Poderia compartilhar de onde vem essa influência? Vocês ouvem gêneros musicais além do metal?
Meu irmão, Sotiris e eu somos grandes apreciadores de trilhas sonoras. Embora compartilhemos influências semelhantes no âmbito do metal, nosso amor pelas trilhas sonoras de filmes se tornou particularmente evidente nos álbuns mais recentes, com o uso de orquestras. Sempre almejamos unir esses dois mundos distintos, as trilhas sonoras de filmes e o metal, e acredito que conseguimos isso. Nossas músicas possuem uma identidade e um som distintos, peculiares e únicos, e isso continuará sendo uma parte integral de nossa música.
A entrevista completa está disponível aqui.
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