O dia que Brian May elogiou traço do Linkin Park que Chester reconheceu de volta no Queen
Por Gustavo Maiato
Postado em 29 de março de 2024
A carreira do Linkin Park foi de constantes mudanças no que diz respeito ao som dos álbuns, variando de algo mais pesado até facetas mais pop, com trejeitos de hip hop e menos peso. No derradeiro "One More Light" a ideia era justamente ousar e sair da caixinha.
Na biografia do vocalista Chester Bennington, "In the End", lançada pela Estética Torta, surgem trechos que mostram que a banda de new metal americana queria mesmo ser vista como ousada nessa época da carreira.
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"Quero que as pessoas pensem que criativamente, como artistas, esses caras têm coragem. Eles vão para onde querem, não são ligados a regras sobre o que deveriam ser aos olhos dos espectadores ou de qualquer fator externo. Nós somos o Linkin Park. Eu queria que as pessoas gostassem de ouvir o disco, mas que também apreciassem de algum modo o perigo do que estamos fazendo e o quanto estamos dispostos a ousar", disse Chester.
O livro explica que nesse período muitos rockstars para além das fronteiras do heavy metal elogiaram a postura da banda. Foi o caso de Brian May, guitarrista do Queen, que disse: "Poucas bandas correm riscos como o Linkin Park".
Esse fato de "correr risco" foi apontado depois por Chester como ponto comum entre sua banda e o próprio Queen: "É bom ser notado desse modo por alguém que você admira, que também estava em uma banda que corria riscos e não tinha medo de fazer o que queria ou de ser o que era".

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