Kerry King, empolgado, fala do seu disco solo e promete "nada de jazz ou sensibilidade"
Por Emanuel Seagal
Postado em 07 de maio de 2024
No final de 2019 o Slayer fez seu último show, aposentando uma carreira de 38 anos com dois grandes shows. Embora estivesse se afastando dos colegas Tom Araya (vocais), Paul Bostaph (bateria) e Gary Holt (guitarra), o guitarrista Kerry King já planejava seus próximos passos. Apesar dos atrasos causados pela pandemia, ele finalmente lançará seu álbum solo, "From Hell I Rise", no dia 17 de maio.
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O disco tem um timing curioso visto o anúncio do retorno do Slayer para alguns shows, algo que pode tirar a atenção do seu disco solo. Ao falar com Kerry King, a revista Metal Hammer foi instruída pela assessoria do músico a evitar o assunto. De qualquer forma em breve o mundo conhecerá o tão aguardado primeiro disco solo de Kerry King, que está acompanhado por um time de estrelas formado pelo vocalista Mark Osegueda (Death Angel), o guitarrista Phil Demmel (Machine Head), o baixista Kyle Sanders (ex-Hellyeah), e seu colega de Slayer, o baterista Paul Bostaph.
Durante a conversa, Kerry King mencionou estar usando um par de botas e camiseta de banda, o de sempre. "Não há um 'personagem' Kerry King. O que você vê é o que existe. Vocês me conhecem. Eu não tenho razão alguma para mentir", declarou, tranquilizando os fãs que o disco apresentará exatamente o que os fãs esperam. "Se eu tivesse alguma vontade de desviar do caminho para tentar alguma merda de vocalista/compositor sensível, ou um recém-descoberto interesse em jazz, essa seria a hora de fazê-lo, certo? (risos). Mas isso não é quem eu sou. Eu tenho tocado a música que amo pela maior parte da minha vida e embora ache que o que fiz nesse disco tenha algo de diferente, não há dúvida sobre quem você está ouvindo ao tocar as músicas. Isso é o suficiente para todos? É para mim. Eu ainda componho riffs que me fazem levantar a guitarra sob minha cabeça e faço uma pequena comemoração porque estou muito empolgado com o resultado. Há uma nova energia nesse disco, e uma nova empolgação, mas não é nada totalmente novo para mim, pois eu não parei de ser eu mesmo. Se você gosta do que Kerry King faz tanto quanto gosto do que Kerry King faz, você não ficará decepcionado", concluiu.
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