Dinho do Capital Inicial assume que "fez o L" mas discorda de muita coisa
Por Bruce William
Postado em 25 de junho de 2024
Durante conversa com o Estadão, Dinho Ouro Preto, do Capital Inicial, falou sobre diversos assuntos, incluindo os 40 anos de carreira, a fama de "Highlander" que ele ganhou por ter superado problemas com drogas, acidentes e doenças diversas ao longo dos anos, e também de política.
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Ao ser perguntado se ele se preocupa com o patrulhamento das redes e ataques de viés político, que são coisas comuns nessa era polarizada em que vivemos, Dinho respondeu: "Olha, eu digo o que penso. Me considero de centro-esquerda. O extremismo me preocupa", contando em seguida que tanto ele quanto diversas pessoas que não são petistas votaram no Lula por entender que o outro lado por considerar que a outra opção representava um perigo.
Mas isto não implica que ele tem intenção de transformar a banda em algo político, ou que até mesmo ele, pessoalmente, se torne mais engajado: "Antes da eleição, fiz o L, perdi dezenas de milhares de seguidores. Em alguns momentos críticos da história do Brasil você precisa se pronunciar. Somos de uma geração engajada, mas também não quero que o Capital vire um palanque. Eu não sou um ativista, sou um músico".
E Dinho também acredita que existem exageros de todos os lados, e é neste ponto que ele tece críticas ao atual presidente: "Você não pode achar que metade do Brasil que votou no Bolsonaro é fascista. Não é possível, não dá para ser. Uma grande fatia disso engloba os antipetistas, os conservadores... Mas daí a dizer que são fascistas é extrapolar. Do mesmo jeito que isso vale para a esquerda também. Você tem dentro do PT gente bastante simpática a regimes totalitários. Inclusive, o Lula volta e meia faz elogios a autocracias, algo que tenho dificuldade de engolir. Mas usar a palavra 'comunista' para servir a todo mundo da esquerda me parece incorreto. E o inverso também me parece errado. Nem todo mundo que é de direita é fascista. No entanto, há uma parte da direita que foi acampar na frente dos quartéis. Esses aí... não sei bem, me lembram um pouco o integralismo", finaliza.
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