A banda que ajudava Renato Russo a sair da tristeza: "Era sobre encontrar propósito"
Por Gustavo Maiato
Postado em 14 de agosto de 2024
Na década de 1980, Renato Russo e a Legião Urbana se tornaram símbolos de uma geração que usava a música como um escape das frustrações do cotidiano. Russo compartilha em entrevista resgatada pelo canal Encontro Legionário como, em momentos de desânimo, a música se tornava um alívio imediato.
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"Às vezes, você chegava em casa chateado e pensava: ‘O que eu vou fazer agora?’ A única coisa que restava era ouvir um disco", recorda. A postura da Legião Urbana, muitas vezes vista como agressiva, era, segundo Russo, um reflexo de sua sinceridade.
"Algumas pessoas acham que nossa postura é agressiva, mas, na verdade, acho que somos apenas sinceros", afirma. Ele explica que a honestidade nas letras e na atitude da banda era uma resposta direta às questões sociais e pessoais que eles vivenciavam. A música se tornava um veículo para expressar suas inquietações e sentimentos profundos.
Além de oferecer consolo, a música também servia como uma fonte de motivação. Russo menciona que a música dos Sex Pistols, por exemplo, não era apenas um pano de fundo, mas um estímulo para agir.
"Era sobre encontrar um propósito, mesmo que isso significasse apenas se juntar a outras pessoas para ouvir música", afirma. Para muitos, a música oferecia um sentido de direção e uma razão para se movimentar, tanto física quanto emocionalmente.
A Legião Urbana criou um espaço onde a música se tornava um meio de encontro e discussão. "Ouvíamos músicas que expressavam nossas frustrações com a escola, o sistema, e o que mais estivesse nos incomodando", explica Russo.
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