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Como o Blur fez de uma introdução de bateria impossível de tocar o seu maior hit

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Postado em 29 de outubro de 2024

Em meados dos anos 90 Blur e Oasis disputaram a coroa de maior banda do britpop. Fora da Inglaterra, entretanto, nada que Damon Albarn e companhia lançava fazia tanto sucesso pelo mundo (inclusive no Brasil) quanto "Wonderwall" e "Don't Looke Back in Anger".

Essa história só foi mudar em 1997. Enquanto o Oasis tropeçava no próprio ego com "Be Here Now", o Blur emplacou seu maior hit, "Song 2" — muito conhecido pelo grito "woohoo" seguido de uma avalanche sonora com bateria porrada e um baixo distorcido e pesado.

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Estruturalmente, ela segue o modelo estabelecido pelo Nirvana em "Smells Like Teen Spirit", com verso calmo e refrão barulhento. Salém disso, chega a também ter uma entrada de bateria inconfundível na introdução.

O que muitos não se dão conta é que, no caso do Blur se trata de uma linha de bateria impossível de ser tocava por um único baterista — porque é, na verdade, duas pessoas tocando bateria ao mesmo tempo: o baterista Dave Rowntree e o guitarrista Graham Coxon.

O baterista Cobb the Drummer desbancou no YouTube essa história de que a introdução é impossível para um baterista sozinho ao usar duas baquetas numa mão só para bater em duas coisas ao mesmo tempo. Genial!

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Não tem como não lembrar de John Bonham tocando com quatro baquetas em "Four Sticks", do Led Zeppelin.

Conforme publicado pela Far Out Magazine, à revista Q o baixista Alex James contou que duas baterias ao mesmo tempo foi uma daquelas ideias que surgem do nada: "Não pensamos em nada disso. Graham montou dois kits, Dave e Graham começaram a tocar bateria ao mesmo tempo, uma batida agressiva."

É possível que eles tenham percebido só depois de gravar que um tocou batendo no aro da caixa e o outro no chimbal e decidido deixar assim mesmo por ter ficado diferente. Como resultado "Song 2" foi uma daquelas músicas cujo sucesso surpreendeu até mesmo a banda, que a fez como um pastiche de rock noventista apenas para dar à gravadora o que lançar.

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"A gente sempre fez uns rocks descerebrados", concluiu Alex, "embora não seja muito por isso que a gente é conhecido."

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Sobre André Garcia

Sou redator e tradutor freelancer e escritor, autor do livro de contos Liber IMP. Ouço rock desde pequeno, leio coisas sobre bandas desde sempre e escrevo sobre ela já tem anos. Cresci como fã de Iron Maiden e paladino do rock, mas já me tratei. Hoje sou fã de nomes como Beatles, David Bowie, The Cure, Kraftwerk e Velvet Underground, e de cenas como a Londres psicodélica, a Nova Iorque proto-punk e a Manchester pós-punk. Escrevo notas e notícias rápidas para o Whiplash.Net visando compartilhar conteúdo relevante sobre música e cultura pop.
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