A opinião dos Mamonas Assassinas sobre Freddie Mercury, Tom Jobim, Rush e outras lendas
Por Gustavo Maiato
Postado em 11 de junho de 2025
Antes de se tornarem um fenômeno do rock brasileiro com humor escrachado e atitude ousada para a época, os integrantes dos Mamonas Assassinas já demonstravam admiração por grandes nomes da música brasileira e mundial.
Em uma entrevista rara publicada na revista Bizz, ainda nos anos 1980, pouco depois da trágica morte deles, os músicos — que anteriormente eram integrantes de outras bandas ou atuavam como músicos amadores — revelaram suas maiores influências e ídolos musicais.
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Dinho, que mais tarde se tornaria o carismático vocalista dos Mamonas, exaltou Freddie Mercury como sua principal referência. "O Freddie Mercury era insuperável", declarou. Ao falar sobre comédia, outra de suas paixões, não hesitou em elogiar: "Como humorista, Jim Carrey faz um trabalho que eu admiro muito".
Já o tecladista Júlio Rasec mostrou outra vertente ao citar um ícone da música brasileira. "Meu ídolo é Tom Jobim. Comecei a tocar por causa dele. Quer dizer, toco meia-boca, embromo direto", brincou, com o bom humor que marcaria sua trajetória com os Mamonas.
Já Samuel Reoli, baixista da banda, apontou dois monstros do instrumento como referências: "Os baixistas que eu mais admiro são Geddy Lee, do Rush, e Flea, do Red Hot Chili Peppers. Se juntassem os dois num só, iria arregaçar".
Na bateria, Sérgio Reoli era direto: "Meus bateristas favoritos são Neil Peart, do Rush, e João Barone, do Paralamas". Por fim, o guitarrista Bento Hinoto demonstrava seu apreço pelos virtuoses das seis cordas: "Os guitarristas que me impressionam mais são Steve Vai, Joe Satriani e Yngwie Malmsteen".
Anos depois, em um vídeo resgatado no canal de Wagner Nascimento, Bento ainda opinaria sobre nomes do cenário nacional como Kiko Loureiro e Edu Ardanuy, destacando a importância do carisma na carreira artística: "O sucesso depende mais do carisma do que do talento musical".
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