Stone Temple Pilots: "Purple", o ótimo segundo disco da banda
Por Helton Grunge
Postado em 14 de janeiro de 2026
Toda banda, quando faz sucesso com a estreia, enfrenta um momento crucial: o "teste" do segundo álbum. É fato que várias bandas que fazem sucesso já no álbum de estreia acabam não repetindo os mesmos números no trabalho seguinte, não conseguindo manter o número alto de vendas e de procura da banda para shows. Mas, algumas bandas conseguem se manter no sucesso ou até aumentá-lo e esse foi o caso do Stone Temple Pilots.
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"Pegando carona" no sucesso do grunge, mesmo sendo uma banda de San Diego, o Stone Temple Pilots trouxe uma sonoridade que misturava elementos de Hard Rock e de Rock Alternativo em sua estreia, o Core (1992). Devido ao estilo de cantar de Scott Weiland, a banda foi até comparada ao Pearl Jam.
Porém, em junho de 1994 a banda chegava com o Purple (1994), seu segundo álbum, trazendo músicas tão boas quanto ou ainda melhores que o primeiro disco. Aqui a banda se mostrou mais madura, trouxe bons riffs de guitarra, ótimas letras e ótimos refrãos, mostrando que o Stone Temple Pilots estava se consolidando na cena rock mundial.
Além do trabalho instrumental, Scott Weiland começou a explorar novas nuances de sua voz, trazendo uma sonoridade mais aguda, explorando novas notas e novas técnicas. Sendo assim, permitiu uma sonoridade diferente para a banda.
Na época, a banda era formada por Scott Weiland nos vocais, Dean DeLeo na guitarra, Robert DeLeo no baixo e Eric Kretz na bateria. A produção do disco ficou por conta de Brendan O'Brien.
O disco todo é ótimo, mas não posso deixar de destacar quatro músicas: Meatplow, Vasoline, Unglued e o grande sucesso Interstate Love Song.
Manter-se no topo e ainda alcançar mais sucesso depois da estreia, não é para qualquer banda e o Stone Temple Pilots fez isso muito bem com o ótimo disco Purple (1994).
O canal Blog do Helton Grunge resumiu bem essa situação. Clique e confira!
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