Judas Priest: Ian Hill faz seu top 5 da banda a partir de 1984
Por André Garcia
Postado em 12 de agosto de 2023
Morre Phil Campbell, guitarrista que integrou o Motörhead por mais de 30 anos
A partir de 1984, o Judas Priest já havia se consolidado como uma das maiores bandas de heavy metal do planeta. Ian Hill listou e comentou suas músicas favoritas dessa fase da banda.
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Único membro fundador remanascente, não existe Judas Priest sem ele — o baixista fez parte de todas as formações e tocou em todos os álbuns. Ou seja, tem lugar de fala de sobre para apostar suas melhores músicas a partir de "Defenders Of The Faith" (1984). O depoimento foi para a Metal Hammer.
Freewheel Burning (Defenders Of The Faith, 1984)
"Freewheel Burning atinge a velocidade máxima desde o início e permanece assim o tempo todo! Gravamos em Miami, e acabamos tendo uma baita festa com [o produtor] Tom Allom. Jamais esqueço de Tom sentado ao piano tocando 'Freewheel Burning' e fazendo caretas, gritando 'Freewheel Gurning'! [...] Naquele momento, estávamos prestes a nos tornar uma febre, e o problema com as febres é que eventualmente saem de moda. Mas foi uma época ótima. Alguns dos shows que fizemos eram absolutamente enormes; podíamos tocar para até 20.000 pessoas por noite."
Painkiller (Painkiller, 1990)
"Não pode ter uma lista de músicas do Priest sem 'Painkiller'. [O baterista] Scott Travis abriu novos caminhos para nós com seu rápido bumbo que Dave [Holland] (Deus o abençoe) não conseguia. Scott é um dos melhores bateristas de heavy metal do mundo, até hoje ele parece estar cada vez melhor. 'Painkiller' definiu nossa nova direção."
Judas Rising (Angel of Retribution, 2005)
"O pessoal ficou tão animados quando Rob voltou para 'Angel of Retribution', e era o lugar dele por direito. Chegou a um ponto em que estar de volta ao estúdio [com ele] parecia natural, como colocar uma luva antiga. 'Judas Rising' é a primeira música desse álbum — que retorno! Voltamos a tocar na última turnê, e as pessoas ficaram surpresas com o quão poderosa essa música ainda é."
Halls Of Valhalla (Redeemer of Souls, 2014)
"Ken [K.K. Downing] decidiu se aposentar antes de 'Redeemer Of Souls', mas tivemos a sorte de encontrar um ótimo guitarrista em Richie Faulkner. Assim que o ouvimos tocar, ja éra! Algumas das coisas que ele fez em 'Redeemer...' são tremendas, e 'Halls of Valhalla' se destaca como uma produção verdadeiramente brilhante. Tenho memórias muito boas de tocá-la ao vivo: olhar para os bastidores, [e ver] nossa equipe toda em fila fingindo remar! Eu ri muito disso. É uma música tão grandiosa, que adoro ter no repertório."
Guardians/Rising from Ruins (Firepower, 2018)
"Sinceramente, eu poderia ter colocado todo o álbum Firepower! Sei que todo mundo diz que o álbum mais recente é o melhor, mas acho que esse é o melhor álbum que já fizemos — o auge do que estamos fazendo há mais de 50 anos. A combinação de 'Guardians' como introdução para 'Rising From Ruins' parece muito apropriada após a pandemia, mas também é uma produção épica que facilmente poderia estar em um filme, especialmente com aquele trecho de piano no início. Considero uma afirmação enorme sobre quem somos agora e quem sempre fomos."
Ian Hill sobre a época que o Judas Priest abriu show para o Kiss
Para o baixista, abrir shows para o Kiss na turnê americana de divulgação do álbum "Dinasty" (1979) foi fundamental para ajudar o Judas Priest.
"Claro, ir parar na turnê do Kiss foi uma grande oportunidade para a banda", confessou. "Eu não sei como diabos fomos parar lá, realmente não sei, mas agarramos a oportunidade! Nós passamos por uma espécie de estágio. De repente, estávamos tocando para dezenas de milhares de pessoas todas as noites. [Com isso] com certeza sua visibilidade vai lá no teto."
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