Iron Maiden: 15 melhores coisas sobre o single "Speed Of Light"
Por Fernando Portelada
Fonte: Metal Hammer
Postado em 14 de agosto de 2015
Por Chris Chantler do Metal Hammer.com.
O quão boa é a nova música do IRON MAIDEN? Muito boa!
A introdução:
Lançar "Speed Of Light" com os incríveis arpeggios poderosamente acompanhados da bateria de Nicko, uma sequência de sete segundos que faz o trabalho perfeito, intrigando e animando o ouvinte para as glórias que vem em frente.
O Riff:
O riff de "Speed Of Light" é audivelmente forjado nas chamas da New Wave Of British Heavy Metal, enraizado nos primeiros dias da banda, quando as batidas de superestrelas dos anos 1970, como UFO e FREE estavam sendo misturadas com o som do punk rock nos pubs e garagens do país.
O Cowbell:
Mais Cowbell? Nicko está lá: "As pessoas não associam o IRON MAIDEN com uma música com um Cowbell, certo?", disse o baterista em 2012 à Drum Magazine. Ele estava discutindo Can I Play With Madness, mas em Speed Of Light ele coloca o sino no centro do palco em seu efeito máximo.
Os Gritos:
A triunfante abertura de Bruce eleva a música em trovoante vida e tem a combinação certa de teatralidade, loucura e travessura - e como todas as outras partes da música, é tentadoramente breve, forte e bem equilibrada com todos os elementos.
O resto da bateria
A performance do senhor McBrain cria a espinha dorsal desta música e seu espírito de fúria, com viciantes batidas no tom, e um chimbal discreto e de bom gosto, fazendo de Speed Of Light um clássico instantâneo da 'air drum'.
O resto dos vocais:
Alternando entre rosnados energéticos e viscerais e uma imensidade sublime e operacional, os vocais de Bruce em Speed Of Light são ainda mais extraordinários quando lembramos que ele estava cantando com um tumor não diagnosticado em sua língua. Agora que ele já está curado, podemos só imaginar como essa música vai soar ao vivo.
O vídeo:
Um sonho molhado para fãs do MAIDEN e de games:
O refrão:
"Shadows in the stars, we will not return/Humanity won't save us at the speed of light." Um Bruce filosófico e cosmológico, em sua forma mais profunda e vibrante.
O Baixo:
Os ocupados dedos de Steve Harris nos dão incríveis momentos nesse galopante baixo, mas é um crescente acolhedor, suave e mais elegante do que jamais ouvimos desta lenda do baixo.
Os solos:
Belos, divertidos e apaixonados, com rios de personalidade e ressonante emoção, os leads de Smith/Murray tem simultânea vibração de espontaneidade e precisão.
O sequestro da música, de 3:30-3:50, precisamente escolhida para marcar o álbum com esses 20 segundos de jubilantes guitarras, com ar de instrumentos célticos folclóricos.
As letras:
Além de inspirar o incrível vídeo com frases de ficção científica, há uma irresistível mistura de princípios científicos e um humor auto-referencial com Dickinson escrito por cima de tudo.
A Capa:
Ok, é uma variação simples da capa do álbum - uma imagem sóbria e icônica após as complexas capas dos últimos cinco LPs, mas Mark Wilkinson e seu novo Eddie tribal maia parecem ainda mais pé no chão e sinistros aqui.
O pacote:
Somente disponíveis - bizarramente - através de lojas Best Buy nos EUA, o CD do single vem com uma edição especial que inclui uma camisa (somente disponível em tamanho XL) e um cupom de US$ 2 para desconto no CD The Book Of Souls.
O final:
Brevemente reprisando a introdução em um feliz impacto, com uma sublime ginástica vocal de Bruce após concluir a frase "We slip into the night".
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