Thrash Metal: Os melhores discos lançados depois do ano 2000

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Por Nome omitido a pedido do autor, Fonte: Wikipédia
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Nos anos 90 o Thrash Metal entrou em declínio devido ao fato de que a indústria musical estava passando por mudanças com a ascensão de estilos como Grunge, Alternativo, Nu Metal e etc. De certa forma isso causou um jejum de lançamentos descentes do estilo durante um tempo, porém, em meados dos anos 2000, a cena começou a se reerguer com um novo fôlego, o que consequentemente resultou no lançamento dos discos citados abaixo.

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1. The Blackening – Machine Head (2007)


Depois de alguns lançamentos vergonhosos que flertaram descaradamente com o New Metal no início dos anos 2000, a trupe do ex-guitarrista do Vio-Lence, Robb Flynn, que contava na época com Phil Demmel (ex-Vio-Lence), Adam Duce e Dave McLain (ex-Sacred Reich), entregou o melhor disco de Thrash Metal em 20 anos. "The Blackening" é técnico, original, pesado, moderno e pretencioso (num bom sentido), reunindo assim todas as características essências para um álbum de Metal perfeito, além de ser o responsável por botar definitivamente o Machine Head no olimpo dos deuses do Thrash. Liricamente o disco é bastante intenso, Robb Flynn conseguiu imprimir muito dos seus sentimentos e pontos de vista na obra. Um disco sem igual que já ganhou um sucessor a altura, o excelente "Unto the Locust".

Destaque para as faixas "Halo", "Aesthetics of Hate", "Clenching the Fists of Dissent", "Wolves", "A Farewell to Arms" e "Beautiful Morning".

2. Dark Roots of Earth – Testament (2012)


Depois de o vocalista Chuck Billy ter passado por uma série de situações difíceis e mesmo assim ter retornado com o ótimo "The Formation of Damnation" em 2008, o Testament mais uma vez deu as caras e lançou o que talvez seja o melhor disco de sua carreira. "Dark Roots of Earth" apresenta uma banda madura e experiente que mostra tudo o que aprendeu no decorrer dos seus gloriosos 30 anos de estrada. A formação que gravou o disco conta com os fantásticos Alex Sckolnick (que retornou em 2005 para a banda) e Gene Hoglan ( Death, Dark Angel, Dethklok, Fear Factory), além de uma pequena participação de Chris Adler (Lamb of God). As letras do disco são ótimas e carregadas da personalidade de Chuck Billy.

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Destaque para "Rise Up", "Native Blood", "Cold Embrace", "Throne of Thorns" e "Last Stand for Independence".

3. Phantom Antichrist– Kreator (2012)


Nesse disco o Kreator entrega seu desempenho mais inspirado em anos, o álbum é bem melódico e trabalhado, além de possuir riffs ótimos, solos magníficos em abundância e uma musicalidade bem consistente. Podem me crucificar, mas sinceramente acho que esse é o melhor disco do grupo e de toda a história do Thrash alemão (me desculpem Sodom e Destruction).

Destaque para "Civilization Collapse", "The Few, The Proud, The Broken", "From Flood Into Fire" e a faixa-título.

4. Endgame – Megadeth (2009)


O primeiro disco do Megadeth com o seu atual guitarrista, o mestre Chris Broderick, que mostra a que veio combinando seu estilo com o de Dave para criar uma dose de Thrash Metal que o Megadeth não servia desde o grandioso "Rust in Peace". As letras como sempre são críticas e ácidas como é típico de Mustaine, que também descreveu o álbum como: "rápido, pesado, tem canto, tem grunhido, fala e vozes convidadas, e os solos são insanos", não se pode dizer que ele mentiu.

Destaque para "Dialetic Chaos", "This Day We Fight!", "Head Crusher" e "1,320".

5. World Painted Blood – Slayer (2009)


O álbum mais recente do grupo e também o último a ser gravado pela formação original da banda, já que Jeff Hanneman faleceu em 2013. O disco não poderia sintetizar melhor a trajetória do Slayer durante suas três décadas de agressão, apresentando composições violentas, rápidas e diversificadas.

Destaque para "Public Display of Dismemberment", "Psychopathy Red", "Playing With Dolls", "Hate Worldwide" e a faixa-título.

6. Tempo of The Damned – Exodus (2004)


Depois de uma tentativa de reunir a formação original para gravar um álbum de inéditas que foi frustrada pela morte de Paul Baloff em 2002, o Exodus recrutou novamente Steve Souza para realizar o trabalho vocal do disco, o resultado foi um dos melhores registros da história da banda, o qual os fãs comparam inclusive com o intocável "Bonded by Blood" de 1985. O álbum foi o último a contar com o guitarrista Rock Hunolt e com o próprio Souza.

Destaque para "Blacklist", "Impaler" (que compartilha o mesmo riff que "Trapped Under Ice" do Metallica) e "War Is My Sheppard".

7. Ironbound –Overkill (2010)


Depois de mais de dez anos lançando uma penca de material mediano e genérico, o Overkill entrega o fantástico "Ironbound", disco consistente que carrega uma dose de Thrash Metal Old School 100% puro. O trabalho instrumental da banda nesse disco é extremamente competente e Bobby Blitz está em boa forma. O resultado final é um fantástico álbum e forte candidato ao posto de melhor trabalho do grupo.

Destaque para "The Green and Black", "Bring Me the Night" e "Give A Little".

8. Relentless Retribution – Death Angel (2010)


Apesar de eu achar improvável que o Death Angel algum dia supere "The Ultra-Violence" ou "Act III" eles conseguiram lançar discos bons e diversificados no decorrer dos anos, uma prova disso é "Relentless Retribution" que mais uma vez mostra a técnica apurada e o bom gosto dos membros dessa lendária banda.

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Destaque para "Relentless Revolution", "Claws in So Deep", "Volcanic" (uma pequena balada acústica) e Where They Lay.

9. Worship Music – Anthrax (2011)


Após a saída de Joey Belladonna no início dos anos 90, o Anthrax se tornou instável mesmo com a adição do fantástico John Bush (que eu considero melhor que o Belladonna). O grupo ainda passou por diversas mudanças de formação que acabaram por causar desgaste, mas foi rejuvenescido pela ascensão do Big Four e pelo retorno de Belladona, desse modo surgiu "Worship Music", um registro sólido executado por uma banda a todo gás.

Destaque para "Earth on Hell", "In the End" e "Revolution Screams".

10. Time Is Up – Havok (2011)


A banda mais jovem da lista, que vem conquistando cada vez mais espaço no cenário Thrash, ainda mais depois do lançamento de "Time Is Up" que foi aclamado pela crítica especializada. O som do disco mistura Slayer com Metallica da era "Kill 'Em All" e é ótimo para quem procura por algo que soe novo e agressivo.

Destaque para "Prepare for Attack", "The Cleric" e a faixa-título.

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Menções honrosas: The Antichrist - Destruction, M-16 – Sodom, Death Magnetic - Metallica.




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