Shadowside: Dani Nolden em entrevista no Heavynroll.
Por Geraldo Andrade
Fonte: Heavynroll
Postado em 10 de julho de 2017
Um dos maiores nomes do metal brasileiro, a banda SHADOWSIDE, está prestes a lançar um novo trabalho, "Shades of Humanity", que já é considerado o melhor trabalho do grupo até o momento.
Conversamos, mais uma vez, com a vocalista DANI NOLDEN.
Ela falou do novo álbum, do momento que a banda vive, do novo baixista MAGNUS ROSÉN e muito mais, vale conferir!
HEAVYNROLL - Depois de 6 anos, a banda vai lançar seu mais novo álbum: "Shades of Humanity". O que vamos encontrar nesse álbum? O que os fãs podem esperar?
DANI - "Shades of Humanity" é o nosso melhor material até agora.
Sei que sempre digo isso, mas é o que acho de verdade (risos).
É um álbum ainda mais pesado e agressivo que o "Inner Monster Out", mas com melodias ainda mais trabalhadas, nós exploramos bastante tanto os riffs pesados, nervosos e as músicas diretas quanto o lado mais musical, com arranjos mais detalhados e refrãos mais marcantes.
Eu estou muito feliz com o "Shades of Humanity", o pessoal da banda também, o FREDRIK NORDSTRÖM, nosso produtor, sentiu que esse álbum é um passo acima com relação ao nosso trabalho anterior.
Foi composto de forma totalmente espontânea e nos representa completamente! Experimentamos bastante coisa nele sem deixar de lado nossas raízes.
HEAVYNROLL - O novo álbum é considerado o melhor trabalho do grupo até o momento, como foram as gravações?
DANI - Foram rápidas, tranquilas, sempre em um clima bastante leve! Finalizamos as gravações em 20 dias.
Já estávamos com quase todo o álbum composto quando começamos a gravar, mas ainda faltava finalizar muitos detalhes e a música "Insidious Me" sequer tinha refrão.
Só que como todos estavam motivados e entusiasmados com o trabalho, todos esses últimos detalhes foram saindo naturalmente e a gravação correu sem qualquer tipo de problema.
Foi a gravação mais legal que fizemos e parte disso é porque o clima dentro da banda estava excelente.
HEAVYNROLL - No álbum vamos ter a estreia do baixista MAGNUS ROSÉN. Como foi a adaptação dele ao grupo? Como vocês chegaram a essa escolha? Será um membro fixo da banda? Ou só para o novo álbum e a próxima tour?
DANI - Nós sempre admiramos o trabalho do MAGNUS e o conhecemos quando tocamos na Suécia em 2013 com o HELLOWEEN.
Foi uma conversa rápida, nos apresentamos, ele assistiu ao show, mas não mantivemos contato, porém ele sempre foi um músico por quem nós temos um respeito enorme! Então, quando estávamos pensando nas gravações do "Shades of Humanity", pensamos em chamá-lo para gravar o álbum.
Fizemos o convite, ele aceitou e tanto as composições quanto as conversas correram tão bem que acabamos decidindo convidá-lo pra ser membro da banda e ele aceitou! Eu considero o MAGNUS um dos melhores baixistas do mundo e ele se encaixou na música do SHADOWSIDE incrivelmente bem!
É claro que nunca sabemos o dia de amanhã, um novo álbum ainda está muito distante pois vamos lançar o "Shades of Humanity" agora em setembro no Brasil, mas o MAGNUS é um membro efetivo da SHADOWSIDE e temos toda a intenção de fazer mais álbuns com ele.
Ele já faz parte da banda, compôs duas músicas para o "Shades of Humanity" e discute as ideias e planos conosco normalmente.
HEAVYNROLL - A capa de "Shades of Humanity" é outra coisa que chama a atenção. De quem é a arte?
DANI - A arte é do DOUGLAS JEN, artista da Furia Music, que faz um trabalho bem voltado ao surrealismo.
A arte que ele desenvolveu representa perfeitamente bem o tema do álbum, com os desenhos das pessoas incompletas e marcadas, representando a imperfeição que faz parte da nossa natureza.
A capa representa as "Shades of Humanity", que significa "Tons de Humanidade" e representa todos os tons de cinza da moralidade humana.
Leia a matéria completa no link abaixo:
http://www.heavynroll.com.br/2017/07/shadowside-dani-nolden-nos-estamos.html
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Angra celebra trajetória do Sepultura e seu legado no metal
Ricardo Confessori revê seu papel no Angra: "Muito cacique para pouco índio"
O álbum clássico do Metallica que não trazia as melhores músicas da banda e sim as únicas
Após cancelamento de turnê do Deep Purple, Ian Gillan passa por procedimento
O hábito que custou o lugar de Clive Burr no Iron Maiden, segundo Regis Tadeu
A reação dos filhos de James Hetfield quando o Metallica retomou suas masters
A pergunta de Nicko McBrain sobre os Beatles que nem Ringo Starr soube responder
O sonho com a mãe que Jimi Hendrix jamais esqueceu e transformou em uma música delicada
Geezer Butler permaneceu junto de Ronnie James Dio nos últimos dias de vida do vocalista
Opeth estreia em Curitiba com death metal, "stand-up" e piada sobre o Sepultura
O único ex-colega do Deep Purple que David Coverdale considera um irmão
Ex-AC/DC diz que Pink Floyd não teria chegado a lugar nenhum sem famoso integrante
O "álbum menor" do Deep Purple que conquistou Vivian Campbell por sua mistura inusitada
Marty Friedman toca "Scenes" na íntegra e revisita clássicos do Megadeth em show no Manifesto
O guitarrista que Jimmy Page considera como "instintivamente o melhor de todos"
O indiscutível maior fenômeno do rock brasileiro dos anos 1980, segundo Roberto Frejat
Tony Iommi redescobriu banda dos anos 70; "não gostava muito naquela época"


Marilyn Manson: "Sou ainda pior fora do palco"
Dream Theater: Myung não tinha planos de ser baixista



