Scorpions: uma rápida entrevista com Matthias Jabs

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Por Roberta Forster, Fonte: Scorpions Brazil
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Alguns fãs tinham algumas perguntas para Matthias Jabs. A fã norte americana Cindy Stinger Duensing reuniu algumas delas e mandou para o guitarrista e, adivinhem só, ele respondeu! Confira abaixo as perguntas e as respostas traduzidas.

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Quando você começará um livro? Você mencionou algo numa entrevista, mas riu.

Matthias: Eu não acho que escreveria um livro nesse momento. Me sinto muito jovem para escrever uma biografia. Ela seria incompleta, de qualquer forma, porque eu ainda tenho muito o que fazer e muito o que cumprir na minha vida.

Você abriria sua casa novamente para uma revista como você fez nos anos 80 ou para um cinegrafista como o Wolfgang? Eu percebo que você é uma pessoa um pouco reservada, mas talvez você pudesse fazer isso para seu website, (ou onde que que seja), para mostrar seu estúdio de gravações e dar um tour mostrando sua coleção de guitarras etc. Tenho certeza que na sua casa é diferente daquilo que você tem na loja. Não é necessário nos mostrar sua cozinha e assim por diante, a não ser que você queira! hahaha

Matthias: Eu sou uma pessoa muito reservada, mesmo quando estou na estrada. Sendo um cara que tem muita atenção pública e da mídia, eu sito que eu tenho que proteger minha vida privada para um equilibro geral. Eu tenho uma bela casa, com um estúdio dentro e, acredite ou não, uma nova e deslumbrante cozinha!

Como você se sente quando você está no palco e tão psicologicamente excitado, mas deve continuar tocando de qualquer forma?


Matthias: Tocar no palco e me mover enquanto toco vem naturalmente pra mim. Sinto a guitarra como parte do meu corpo e minha alma. Com uma guitarra em minhas mãos eu me sinto completo e posso me expressar.

Você poderia nos dar sua opinião sobre a música na América e como isso está matando o rock? E é por isso que não estamos ouvindo tanto rock ultimamente, não mais do que a reunião de antigas bandas. O rock está morrendo aqui?

Matthias: Quando o rock começou a acontecer, ele era novo e excitante para praticamente todo mundo. Através dos anos ele começou a se estabilizar e a ficar genérico e um pouco entediante também, uma vez que a maioria das bandas dos anos 80 se concentraram mais na presença de palco deles e em seus cabelos ao invés de se concentrarem no conteúdo musical. Algumas bandas eram capazes de criar um som como uma assinatura deles mesmos e escrever músicas que durariam por um longo tempo, quando não para sempre. Essas são aquelas que ainda são capazes de criar novas músicas hoje. Os fãs também sentem isso e seguem as bandas que são verdadeiras. Nos, como Scorpions, temos uma audiência mais jovem hoje do que há 20 anos. Toda geração está procurando por sua música, mas isso não significa, necessariamente, que isso é diferente da geração anterior.

O que você faz por diversão o qualquer outra coisa que você gostaria de compartilhar quando você não está em turnê ou na loja?

Matthias: Eu adoro passar o tempo com a minha família.

Você faz algum trabalho voluntário? Se sim, se importaria de nos dizer de que tipo?

Matthias: Eu apoio 5 organizações humanitárias há mais de 30 anos.

Há quaisquer músicas do Scorpions que são escritas com algo que você sugere?Se sim, de onde você tira sua inspiração?

Matthias: Há muitas músicas inacabadas nas gavetas de cada membro da banda. Algumas delas foram finalizadas nos últimos tempos, como vocês poderão ouvir no próximo projeto acústico MTV que será lançado esse ano ou no CD de músicas não lançadas dos anos 80 que virá no ano que vem.

Você vai algum dia aumentar a sua linha de produtos com mais coisas como chaveiros e chapéus?

Matthias: A principal ideia da minha loja é vender guitarras, amplificadores e acessórios, obviamente. Mas os fãs estão pedindo por uma linha de produtos, o que me inspira com ideias para camisetas, bijuterias etc.

Talvez a Cindy consiga que ele responda mais algumas. Você tem alguma pergunta exclusiva e inédita? Mande por e-mail para [email protected] que traduziremos e encaminharemos para ela!
OBS: Não há garantias de resposta.




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Sobre Roberta Forster

Sou paulista, apaixonada por rock'n'roll, fotografia e literatura, nascida nos maravilhosos anos 80, funcionária pública, graduada em Artes Visuais pela Universidade Belas Artes de São Paulo. Especializei-me em fotografia pela Escola Focus em 2008 e, atualmente, estudo Letras na Universidade de São Paulo - USP e atuo como fotógrafa de Rock e Heavy Metal para o Whiplash! quando Chronos permite. Prazer!

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