NervoChaos: "não há espaço para modismos nessa banda"

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Por Juliana Lorencini, Fonte: Rocks Off
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O NervoChaos sem dúvida foi uma das bandas brasileiras que mais se destacou, seja no Brasil ou no exterior. Após mais uma turnê internacional bem sucedida e uma série de shows pelo Brasil, o trabalho mais recente da banda,“To The Death” figurou entre os melhores lançamentos de 2012 em diversas listas da mídia especializada no Brasil.

O Rocks Off teve a oportunidade de conversar com o baterista Edu Lane, na entrevista, Edu comenta sobre o sucesso alcançado com “To The Death”, as mudanças pelas quais a banda passou no último ano e os planos para 2013.

Confira trechos da entrevista abaixo:

RocksOff – “To The Death” é o mais recente álbum de estúdio do NervoChaos e foi lançado este ano. Como tem sido a repercussão do novo trabalho por parte da mídia e dos fãs até o momento?

Edu - Tem sido excelente a repercussão do novo CD. Assinamos com a Cogumelo e pela primeira vez temos uma boa distribuição e estamos com um selo de peso. O CD será lançado nos EUA no dia 22.01 e nós continuamos trabalhando pesado para promover este novo trabalho. Ano passado (2012) fizemos 69 shows na turnê de divulgação do álbum, passando novamente pela Europa e pelo Brasil. Também conseguimos atingir, pela primeira vez, o Equador, México e a Colômbia. Vamos continuar com essa turnê durante este ano. As resenhas têm sido extremamente positivas pelo mundo todo e a aceitação por parte dos fãs também.

Rocks Off – Recentemente banda sofreu uma mudança no seu line-up, que foi a saída do vocalista Daniel. Então, vocês optaram por permanecer um quarteto e o guitarrista Guiller assumiu os vocais. O que os levou a tomar essa decisão ao invés de recrutar um novo vocalista para o NervoChaos?

Edu - Achamos mais interessante ficar como um quarteto, pois já estamos bem entrosados e como o Guiller já havia cantando em outros grupos que participou antes de entrar na banda, fazia muito mais sentido para nós optar por essa solução. Colocar alguém novo na banda significa encontrar alguém, conhecer essa pessoa e se entrosar; o que demanda bastante tempo e muitas vezes não funciona e acaba sendo uma perda de tempo. Toda mudança de formação é algo traumático e procurarmos evitar que isso aconteça, mas muitas vezes é necessário para o bom andamento das atividades da banda.

Rocks Off – Atualmente vocês continuam em turnê pelo Brasil, e a impressão que tenho é que a base de fãs da banda se torna cada vez maior e mais sólida. Como vocês sentem esse retorno do público?

Edu - É muito gratificante para nós isso. Os nossos fãs são a coisa mais importante para nós e isso é reflexo de muito trabalho e dedicação ao longo dos anos. Sempre acreditamos que uma banda se faz ao vivo e por isso somos uma banda estradeira. O aumento da base de fãs e o retorno positivo por parte deles é somente devido as constantes turnês que fazemos. Nossa ideia é ampliar isso para uma base mundial e é o que estamos procurando fazer, indo com mais frequência para Europa e para países da América Latina, mas jamais vamos esquecer ou deixar de lado o Brasil.

Rocks Off - O NervoChaos começou a carreira na metade da década de 1990 e nesses anos todos conseguiu fugir dos modismos que assolaram o heavy metal e se manteve fiel ao estilo e aos seus fãs. Manter a integridade artística é o caminho para sempre ter o respeito e o apoio dos fãs?
Edu - Nós acreditamos que sim. Primeiramente, nós fazemos somente o que gostamos, sem nos preocupar com esse ou aquele estilo musical. Sempre estamos procurando evoluir como banda e como músicos, mas sem deixar de ser fiel as nossas raízes e a nossa proposta inicial. A banda é totalmente idealista e não vamos mudar isso. Não há espaço para modismos nessa banda e acho que tudo isso reflete no resultado positivo que estamos obtendo.

Para ler a entrevista completa, acesse:
http://www.rocksoff.com.br/nervochaos-nao-ha-espaco-para-mod...

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