Seed Falls: um novo começo da banda de Metal Amapaense
Por Gabriel Dias da Silva
Fonte: Tribos AP
Postado em 03 de agosto de 2012
Foto: Gabriel Dias da Sila.
Texto: Gabriel Dias da Silva.
No inicio do ano o produtor Alan Flexa anunciou o retorno da banda de Metal amapaense Seed Falls. A banda, formada por Alan Barcellar, Alan Flexa, Paulo Carvalho e Andrey Góes, que se encontra em processo de produção do novo álbum Quantum Apocalipse. Em uma sessão de fotos, Alan Flexa, líder da banda, bateu uma papo descontraído com O TRIBOS as margens do Rio Amazonas, atrás da Fortaleza de São José, fazendo revelações sobre carreiras individuais, convivência e contando um pouco mais sobre o que esperar dessa nova fase da Seed Falls, uma boa oportunidade para conhecer melhor esses músicos que farão parte desse projeto.
ALAN FLEXA
Tribos – Como começou o projeto Seed Falls?
Alan Flexa – Começou em 2009, tendo base, dois guitarristas da Anonymous Hate, o Fabrício Góes e Wellington Coelho, eles gravaram a primeira demo que foi "Reason To Live and Die", Vanessa Rafaelly no Vocal, Wellington na Guitarra, Fabricio Góes na Guitarra, Adriano Joacir no Baixo e o Tadeu da antiga Profetika na bateria, foi com essa formação que a gente gravou, mas lançou com o novo "batera" que foi o Ronald que entrou no lugar do Tadeu; Fabricio e o Wellington tiveram que sair porque estavam com o projeto de gravar e dar mais ênfase à Anonymous Hate.
Tribos – Sabemos que no iniciou do ano você fez uma primeira tentativa de formação da Seed Falls mas que não deu muito certo por divergências musicais, como ocorreu essa relação?
Alan Flexa – Essa questão não deu muito certo porque eram estilos diferentes, eu queria um lado mais cru, mais na cara, na integra mesmo, com guitarras mais pesadas, mas sem muito virtuosismo, com mais ênfase na bateria, então essas ideias não foram muito pra frente. como eles já eram uma banda ,no caso chamada Keona, eu chamei eles só pra me ajudar a compor as músicas, já ia ligar eles pra uma banda completa, no caso a Seed Falls, mas por essa questão de estilo decidimos fazer essa diplomacia, eles remontavam o projeto deles, e eu reformularia de novo a Seed Falls.
Tribos – E como ocorreu à procura de novos músicos?
Alan Flexa – Como eu já tenho muita afinidade com o Paulo, ele já tocou junto com a Seed Falls, entrei em contato com ele, perguntei se ele estava a fim de fazer o projeto de novo, se ele tinha tempo, ele falou que pra ele não tinha tempo bom ou ruim que ele estava dentro da banda. Depois, com o passar do tempo, eu chamei o Alan, a gente já se conhece há um tempo, a gente já trabalhou, já fez produções juntos, já fez algumas músicas, temos um dialogo melhor, temos uma parceria melhor, então resolvi o chamar de inicio pra tocar baixo e cantar, é como ele é mult-instrumentista, , então pra mim ficou mais fácil, e a gente já tem uma afinidade, ele sabe o que eu quero o que vou passar pra ele, a gente se entende em questão de arranjos essas coisas, se a gente discute a gente sabe o final que quer chegar do projeto, das músicas no caso. E o Andrey porque, eu já tinha visto ele nos shows da Obthus ano passado, a pegada no jeito de tocar diferente, com um timbre bom, me deu um interesse de querer fazer projetos com ele, ai resolvi o chama-lo pra fazer parte do projeto, conciliando o tempo com os seus outros projetos.
Tribos – O público vai perceber muita diferença entre a antiga Seed Falls e a nova Seed Falls?
Alan Flexa – Sim, porque a formação passada era um Heavy Metal mais tradicional, misturando um pouco do Doom, com o Melódico, até porque tínhamos que explorar a versatilidade da voz da Vanessa que vai desde o lírico ao gultural, e já na atual vamos explorar o lado mais Prog mesmo, fazendo uma referência aos povos indígenas da américa latina, com uma pegada mais forte, trabalhar essa parte do misticismo e tudo.
Tribos – Quais seus trabalhos paralelos a Seed Falls?
Alan Flexa – Eu tenho um projeto solo de rock progressivo, do qual ainda não dei muita ênfase , mas já lancei um EP chamado Alquimia com duas músicas gravadas no meu estúdio a muito tempo, com a Vanessa Rafaelly no Vocal, Pepeu Ramos na bateria, eu na guitarra, baixo e teclado. Tem outros projetos também parados. Além disso, tenho duas bandas, uma é a Aberração que é uma banda de Grind e a Amatherasu que é uma banda de Doom/synphonico, tenho Alchemy uma banda de prog metal,COM Hanna Paulino (Vocal) Lenno marques (Guitar), Leandro (Baixo) e Delson (Bateria).
A banda encontra-se em processo de composição e produção, com uma nova roupagem, uma nova formação, um novo começo ao Metal Amapaense.
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