Queensryche: vocalista diz que solo é realmente Hard Rock

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Por Angélica Souza, Fonte: AnthologySD.com, Tradução
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Casey Pukl, do AnthologySD.com recentemente conduziu uma entrevista com o vocalista do Queensryche, Geoff Tate. Seguem alguns trechos da conversa abaixo.

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AnthologySD.com: Adoraria saber o que você tem feito desde que nós o vimos em janeiro! Sei que você está em turnê com os shows acústicos, trabalhando na gravação solo que você mencionou da última vez...

Geoff Tate: É exatamente o que tenho feito (risos). Fazendo muitos shows, trabalhando no álbum - está gravado agora, então estou feliz com isso. Não sei exatamente quando sairá, mas acho que será por volta do outono. Isto tudo muda semanalmente dependendo da agenda da gravadora, mas estamos trabalhando nisso.

AnthologySD.com: Alguma dica de como o álbum irá soar? Sei que você disse que seria bem distante do que você fez no passado.

Geoff Tate: Bem, com certeza é muito diferente do meu último trabalho. É um novo grupo de pessoas com quem tenho trabalhado para escrever e gravar, então isto muda as coisas. Quando você está trabalhando com pessoas diferentes, realmente muda o disco. Este é realmente hard rock. O último foi realmente diferente em todos os aspectos, com diferentes estilos de música e tudo, mas este realmente mantém o estilo hard rock. Ele faz isto de uma maneira diferente - mais do meu jeito ou do que eu preveria. Acho que é experimental de algumas maneiras, enquanto que em outras é muito tradicional. O que eu tentei fazer foi pegar a instrumentação do rock tradicional e aplicá-la em um tipo de estrutura musical diferente. É como eu melhor descreveria (risos). Música é assim. É uma viagem pessoal. É difícil descrever. Nunca gostaria de ser um jornalista musical (risos). É muito difícil descrever música! Prefiro apenas escutar e chegar às minhas próprias conclusões. Ela pode ser levada de várias maneiras e interpretada de muitas maneiras. As pessoas podem sempre aplicar aquela música em suas próprias vidas e experiências de vida. Ao longo dos anos, muitas pessoas me contaram histórias completamente diferentes sobre as músicas que eu escrevi e o que significam para elas. Elas lembram quando ouviram a canção pela primeira vez, o que estavam fazendo, onde estavam, como afetou suas vidas. Então a história geralmente é diferente do que a canção significa para mim. Sempre achei isto interessante. O porquê isso acontece, eu não sei. Música é uma daquelas coisas que se torna o pano de fundo da vida das pessoas em muitos aspectos.

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AnthologySD.com: Da última vez em que nos falamos, você estava discutindo sobre enveredar para gêneros diferentes, e você comentou que alguém lhe ofereceu um milhão de dólares para cantar "Danny Boy", e você não seria capaz de fazer isso. Você está aprendendo mais canções de outras pessoas agora? O que você tem feito para realmente expandir?

Geoff Tate: Bem, tipicamente quando eu elaboro um álbum, tenho uma visão para ele. Sei o que quero concretizar. Enquanto eu sempre atinjo a meta, o caminho é sempre diferente do que eu acho que será (risos). As vezes penso que é o caminho que tem que ser - especialmente quando você está trabalhando com um grupo de pessoas.

Todo mundo tem sua própria absorção e sua própria interpretação do que a música significa para eles. Como experimento, fiz um esboço para as pessoas com quem estou trabalhando, e disse algo como 'quero uma música sexy aqui como exemplo'. Me dê músicas que você ouviria enquanto está fazendo amor. Cara (risos), o material que consegui é tão diferente! O que alguém pensa quando você dá a ele um esboço como este é muito diferente do eu penso. Achei que era muito vago para uma descrição, e precisava ser mais específico com isso. Nós estamos fazendo algo que tem um tipo de sentimento edificante e espiritual. Precisava de um coro para isso, e o que é edificante e espiritual para uma pessoa não é para outra. É realmente estranho, mas é o processo. Você tem que tentar e encontrar e adicionar coisas quando está fazendo um disco. Você tem que tentar diferentes estradas para chegar ao destino de qualquer forma.

Leia a entrevista completa na AnthologySD.com.




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