Derrick Green: "o nome Sepultura é maior que o Cavalera"

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Por Emanuel Seagal, Fonte: Blabbermouth, Tradução
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Uma nova entrevista em áudio com Derrick Green, vocalista do SEPULTURA, foi disponibilizada pelo site búlgaro Tangra Mega Rock e pode ser baixada neste link.

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Confira abaixo alguns trechos da conversa:

Tangra Mega Rock: Você escuta as pessoas falando, "Hey, estes caras são legais mas precisam mudar seu nome?" E qual é sua resposta a isso?

Derrick: "Bem, eu acho que é meio... eu entendo que no início muitas pessoas pensariam isso, mas você tem que entender que a banda foi formada por quatro pessoas. Bem no início do SEPULTURA".

Tangra Mega Rock: E ainda é....

Derrick: "(Risos) E duas dessas pessoas, que escreveram, você sabe, a maior parte do material da inteira história da banda ainda estão nela. Andreas, o guitarrista, tocando todos os solos e sendo uma grande contribuição na banda, ainda está nela. E Paulo que está nela desde o início. E quando estávamos tocando com Igor, as pessoas sugeriram a mesma idéia. Mas quando você acredita numa banda, e trabalha com ela por tantos anos, e você vai pra estrada e sacrifica muita coisas da sua vida, então você não tem que ouvir o público. A banda começou sem o público e ela irá continuar... É assim que as coisas são, porque é algo no qual acreditamos, carregamos e está dentro de nós. Então não há razão para que mudássemos o nome porque o Sepultura se tornou maior do que as pessoas na banda. Se tornou maior do que os próprios indivíduos. O nome em si e o que ele representa. Então para nós, acreditamos no que estamos fazendo e acreditamos no nome e estamos 100% orgulhosos de representá-lo".

Tangra Mega Rock: Bem, o fato é que quando Igor estava na banda, obviamente os fãs estavam ok com isso, não todos fãs é claro, mas parte dos fãs...

Derrick: Sim. (Risos) É claro que não

Tangra Mega Rock: Sim, mas desde que Igor saiu...você disse "a banda se tornou maior do que os integrantes"...você quer dizer "a banda é maior do que os irmãos Cavalera?"

Derrick: "Eu acho que o nome em si - Sepultura - se tornou maior, sim, que os indivíduos, os Cavaleras. Mesmo quando Max saiu da banda, acredite, havia muitas pessoas dizendo que acabou, que era o fim. Que não havia forma de continuar sem ele. Essas pessoas não percebiam que se tratava de um grupo, e ainda é um grupo de pessoas compondo, não apenas uma pessoa fazendo tudo. E então desde que Igor saiu, faz três anos agora e nós fomos capazes de tocar em muitos, muitos lugares ao redor do mundo e ainda há muitas novas pessoas que estão curtindo o Sepultura. Então é como se fôssemos capazes de atingir uma nova audiência e manter parte da audiência antiga, mas estamos seguindo em frente. E eu acho que o que faz o Sepultura ainda sobreviver é o fato de sermos capazes de seguir em frente com os tempos, não apenas nos mantermos no passado e tentar recriar algo que nunca irá acontecer de novo. Nós olhamos para o futuro e tentamos fazer coisas diferentes".




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Sobre Emanuel Seagal

Descobriu o metal com clássicos como Iron Maiden e Black Sabbath. Hoje em dia, entre outros gêneros musicais, e sem se limitar a rótulos, ouve principalmente doom, viking e folk metal. Sempre que possível está em busca de novas bandas que tenham algo a transmitir alem de clichês, e mesmo em meio a tantas novidades não dispensa pérolas como o bom e velho Candlemass. Acompanha o Whiplash! desde os primórdios, tendo iniciado sua vida de internauta no mesmo ano de criação do site (1996). Há algum tempo está envolvido com metal, seja trabalhando com eventos, bandas, gravadoras ou imprensa, na tentativa de contribuir de alguma forma para o crescimento desse que é um dos segmentos mais apaixonantes da música, o metal.

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