Anos 80: canções internacionais com nomes de garotas - III
Por Roberto Rillo Bíscaro
Postado em 07 de dezembro de 2017
Garotas sempre serviram de inspiração para música pop. Pérfidas, adoráveis, inacessíveis. (Ex-) namoradas, amigas, mães, desconhecidas. Crianças, jovens, idosas.
Que tal voltar aos anos 1980, inflacionados da canções com nomes de garotas? O critério é listar uma música por artista (o Toto, por exemplo, gravou diversas com nomes femininos no título). Também não vale regravação, por isso, Cowboy Junkies, The Fall e Los Lobos ficaram de fora.
Sem dúvida, garotas ficarão de fora, por isso, se você lembrar de mais alguma, nos dê um toque.
Ao fim desta matéria, você encontrará os link para a primeira e a segunda partes de nossa lista.
Continuemos a brincadeira!
Robin Gibb, um dos Bee Gees, teve alguns sucessos solo no primeiro meado dos oitenta. Em 83, sua vozinha gritava sobre Juliet, garota que mostra o verdadeiro amor ao Romeu australiano.
No mesmo 83, outra garota entrou nas paradas, mas o clima era de barraco! Rod Stewart ameaça contar os podres de Baby Jane aos novos amigos ricos da moça.
Embora o primeiro álbum do islandês Sugarcubes tenha canções ótimas, Bjork acertou em ter optado por trabalhar solo. Aquele cara que insistia em pegar os vocais toda hora, era muito chato! A gente sente isso bem em Regina (1989) - do bem menos interessante segundo álbum - sobre uma "rainha" vinda do leste, como o sol.
O Icicle Works foi obscuro mesmo na sua terra natal, a Inglaterra. Evangeline (1987) é uma delícia que estranha à primeira audição devido ao aparente descompasso entre a falsa brejeirice do arranjo e o vocal meio solene. É sobre um motorista que dá carona a uma fantasma! A versão gringa da loira da estrada!
Em 1985, a alemã Sandra infestou as rádios com Maria Magdalena, na linha synth eurotrash. A letra é sobre uma moça que jamais será Maria Madalena. Tipo, "dou o que é meu e não me arrependo, tá?"
De seu derradeiro álbum (1987), os escoceses do Lloyd Cole and the Commotions se saíram com essa violonada cantiga dedicada a uma Jennifer dura na queda.
Em 1982, o Dexy’s Midnight Runners alcançou fama global com Come on Eileen, mistura de pop e música celta (violinos deliciosos!), sobre alguém que quer transar com sua amiga. Na maioria do globo, eles só tiveram esse momento de glória (na Inglaterra muitos mais), suficiente pra cravarem uma das canções-símbolo da década.
Formado do restolho do criticamente aclamado Jefferson Airplane, o Starship sempre consta na lista das piores canções oitentistas com We Built This City. Em 85, chegaram ao topo da Billboard com Sarah, power ballad sobre um amor terminado.
A finada Laura Branigan teve diversos sucessos high energy e baladeiros. Gloria (1982) – eurodance sucesso nas aulas de aeróbica – é versão de uma música italiana.
O Duran Duran não poderia ficar de fora. Rio (1982) é perfeição pop sobre uma garota com sorriso de sorvete de cereja, dançando na areia, ao sul do Rio Grande.
Anos 80: canções internacionais com nomes de garotas
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