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Deep Purple: sobre o que fala a música "Smoke on the Water"?

Por Daniel Almeida
Fonte: Heavy Metal Pioneers
Postado em 01 de agosto de 2013

Quando eu soube do incêndio na boate Kiss em Santa Maria, uma das primeiras coisas que me veio à cabeça foi: smoke on the water. Não a música, mas a frase, isso por causa da história da música que me fez pensar que poderia ter evitado a tragédia.

Em 1971 o Deep Purple ia gravar aquele que é seu maior álbum, "Machine Head" que contém seu maior clássico, "Smoke on the Water". Eles queriam fazer uma gravação diferente do convencional onde cada instrumento é gravado de cada vez. A ideia era fazer um ao vivo com chance de gravar de novo em caso de erro. O local de gravação seria um cassino em Genebra, Suíça, um complexo enorme com uma casa de show. Antes da liberação do palco para a banda iniciar a gravação havia um show de Frank Zappa (and The Mothers of Invention) ao qual os músicos foram convidados a assistir. Em determinado momento alguém da plateia disparou um sinalizador no teto. O resultado foi um incêndio que consumiu todo o prédio.

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Do hotel onde estavam hospedados era possível ver a fumaça do incêndio se espalhando sobre lago Genebra (fotos do encarte do álbum mostram tanto a fumaça quanto o incêndio). Roger Glover conta que um dia acordou e disse a si mesmo "smoke on the water". Ele pensou nisso como o nome para uma música e levou a ideia a Ian Gillan que de cara achou o nome relacionado a drogas, não era um nome de música para o Deep Purple (segundo Glover, a banda não fazia uso de drogas além de cigarro e álcool). Pouco depois eles já tinham o riff.

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Olhando a letra é fácil identificar a história e os personagens. Franka Zappa and the Mothers, Claude (Nobs), o criador do Montreaux Jazz Festival, o hotel, o sinalizador e até o estúdio móvel dos Rolling Stones que eles usaram para gravar o álbum em um hotel.

A história é bem contada no documentário "Deep Purple: Heavy Metal Pioneers" de 1991 e no documentário correspondente da série Classic Albuns.

Particularmente fico impressionado que a história de uma música poderia ter até evitado uma tragédia como a que aconteceu no Rio Grande do Sul em Janeiro de 2013.

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Sobre Daniel Almeida

Engenheiro, nascido no Rio de Janeiro em 1979, lamento que a cidade não tenha tanta cultura rock como outras cidades do país. Comecei a gostar de música com Jean Michel Jarre, Beatles, Pink Floyd, Creedence Clearwater Revival. e depois partindo para Hendrix, Deep Purple e Black Sabbath (Santíssima Trindade). Ouço muito pouca coisa que tenha surgido há menos de 20 anos. Visito o site desde 1997.

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