Soulfly: Em Archangel, um Max mais espiritual do que nunca

Resenha - Archangel - Soulfly

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Por Rodrigo Noé de Souza
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Desde que lançou Enslaved (2012), o Max Cavalera reencarnou seu espírito de Max Possessed, dos primórdios do Sepultura. Esqueça aquele New Metal e aquela batucada dos primeiros discos do Soulfly, porque o negócio é outro.

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Após o álbum Savages (2013) e o disco do Cavalera Conspiracy Pandemonium (2014), a "alma que voa" expele seu opus mais sujo e agressivo: Archangel. Para a produção, foi chamado Matt Hyde (Slayer, Children of Bodom e Monster Magnet), para dar um peso mais técnico e brutal, ao mesmo tempo.

Max usou e abusou de sua criatividade e compôs muitas músicas, guardadas em seu armário de riffs. Marc Rizzo dá uma aula de técnica e feeling. Zyon espanca seu kit, como papai ensinou.

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O primeiro single foi We Sold Our Souls to Metal, um hino para fazer inveja ao "Metal retardado" do Manowar. As faixas seguintes, como a faixa-título, Sodomites, Mother of Dragons, Titans e Deceiver são belas amostras de uma guerra sem fim.

Além disso, os bônus vem com You Suffer (Napalm Death), Acosador Nocturno e a instrumental Soulfly X. Um disco para cravar na mente e não sair mais, sem falar da capa e encarte, com os pincéis de Eliran Kantor.

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Outra surpresa é o DVD bônus, com um show, gravado no Hellfest 2014. Uma apresentação que mostra a banda afiada, principalmente o Max, com seu carisma.

Fonte: Esporro Público
http://www.instagram.com/esporropublico




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Sobre Rodrigo Noé de Souza

Nasci em 1984. Esse ano não é só o início de uma nova democracia, mas também é o ano em que vários discos foram lançados, como Powerslave (IRON MAIDEN), Stay Hungry (TWISTED SISTER), W.A.S.P., Don't Break The Oath (Mercyful Fate), Slide It In (WHITESNAKE), 1984 (VAN HALEN), The Last In Line (DIO) e, o meu favorito de todos, Ride the Lightning (METALLICA). Sou um aficcionado por Metal, desde AC/DC e ZZ Top, até Anaal Nathrakh e Krisiun.

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