Genocídio: O registro de uma das primeiras obras da música extrema feitas no Brasil
Resenha - Genocídio EP - Genocídio
Por Ricardo Cunha
Postado em 28 de maio de 2020
Morre Phil Campbell, guitarrista que integrou o Motörhead por mais de 30 anos
Nota: 7 ![]()
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Quando Wperna escolheu esse como o nome de sua banda, tinha em mente o seu significado, que hoje se encontra dilatado diante dos atos de violência verbais e físicos divulgados todos os dias nos noticiários. A escolha foi consciente e provavelmente, uma forma chocar e/ou denunciar os massacres provocados pela intolerância. Foi assim que no longínquo ano de 1986, sob um céu particularmente enegrecido, nasceu a banda Genocídio, uma das primeiras "death doom metal band" do país.
Inovação, liberdade e pioneirismo são algumas das palavras que melhor descrevem a carreira dessa respeitada banda formada no final dos anos 80. Segundo as fontes, a formação original contava com W. Perna (Guitars) e Marcão (Bass), com "Zé Galinha" (Bateria) completando a line up. Depois de alguns shows dentro e fora de São Paulo, a banda se junta à gravadora Ultra Violence para gravar o registro de estreia, o EP Genocídio em 1988.
O registro conta com 4 (quatro) faixas de um death metal brutal na linha de Napalm Death e Benediction antigos. A proposta musical da banda, que já era a de fazer um som extremo foi de certa forma, "incrementada" por uma produção insipiente que acabou ajudando a banda a replicar o som praticado pelas bandas gringas do gênero. Assim, o resultado foi uma tosqueira (no bom sentido) que como sabemos, tornou-se amada pela maioria absoluta dos fãs do estilo.
Hoje, 32 anos depois, o referido EP, mesmo com baixo orçamento e uma gravação primária, o disco é um registro histórico de uma das primeiras obras da música extrema feitas no brasil e por isso ganhou uma nova versão em 2018. O relançamento é uma iniciativa da Mutilation Records que o fez em formato digipack com bonus-tracks retirados de demos-tapes e de shows ao vivo. Esta edição está limitada à 500 cópias.
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