Ramones: em 1995, despedida em grande estilo

Resenha - Adios Amigos - Ramones

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net

Por Mateus Ribeiro
Enviar correções  |  Ver Acessos

¡Adios Amigos! é o décimo quarto disco de estúdio do Ramones, e infelizmente, o último, como sugere o nome. Após uma carreira bem sucedida, com milhões de álbuns vendidos e inúmeros shows lotados, a banda resolveu encerrar suas atividades, para a tristeza dos fãs.

Slash: "Só dá para exceder até certo ponto"Cannibal Corpse: o pescoço gigante de George Fisher

Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Apesar de representar uma despedida, situação que geralmente é melancólica, o álbum é animado, repleto de grandes momentos e músicas marcantes. Vale ressaltar que o ex baixista Dee Dee, fora da banda desde o início da década, participa de inúmeras composições, e que seu substituto CJ canta (muito bem) algumas faixas do disco.

Logo de início, um cover sensacional para "I Don't Wanna Grow Up", que ficou com a cara do Ramones: rápida, alegre e cativante. Certamente, a música mais lembrada do play.

Outros destaques do último ato ficam por conta das ótimas músicas cantadas pelo baixista CJ: "The Crusher", "Cretin Family", "Makin'Monsters for My Friends" e "Scattergun", essa última um pouco mais tranquila.

Merecem ser destacadas também as tocantes "Life's A Gas" e "She Talks To Rainbows" (as últimas baladas da banda), "Take The Pain Away", "Have A Nice Day", a pesada "Got A Lot To Say" (uma espécie de "Anxiety" mais animada) e "Born To Die In Berlin", que encerra o disco e a carreira do Ramones de forma correta.

Conforme dito no início, o adeus (que infelizmente foi definitivo) não foi um momento de tristeza e decepção, mas sim, de alegria e agradecimento.

Depois de quase 20 anos e dezenas de músicas que embalaram bebedeiras, romances, separações, tristezas, alegrias, perdas e conquistas, o Ramones resolveu se retirar dos palcos, para entrar de vez na historia.

Ano de lançamento: 1995

Faixas:

"I Don't Want to Grow Up"
"Makin' Monsters for My Friends"
"It's Not for Me to Know"
"The Crusher"
"Life's a Gas"
"Take the Pain Away"
"I Love You"
"Cretin Family"
"Have a Nice Day"
"Scattergun"
"Got a Lot to Say"
"She Talks to Rainbows"
"Born to Die in Berlin"

Formação:

Joey: vocal
Johnny: guitarra
CJ: baixo
Marky: bateria


Outras resenhas de Adios Amigos - Ramones

Ramones: resenha do último disco da banda, Adios Amigos




GosteiNão gostei

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net


Todas as matérias da seção Resenhas de CDs e DVDsTodas as matérias sobre "Ramones"


Punk Rock: seja feio, beba muito, e nunca penteie o cabeloPunk Rock
Seja feio, beba muito, e nunca penteie o cabelo

USA Today: as 20 maiores bandas de todos os tempos nos EUAUSA Today
As 20 maiores bandas de todos os tempos nos EUA


Slash: Só dá para exceder até certo pontoSlash
"Só dá para exceder até certo ponto"

Cannibal Corpse: o pescoço gigante de George FisherCannibal Corpse
O pescoço gigante de George Fisher


Sobre Mateus Ribeiro

Fanático por Ramones, In Flames e Soilwork. Limeirense com muito orgulho (e sotaque).

Mais matérias de Mateus Ribeiro no Whiplash.Net.

adGoo336