Nada clássico, mas digno da carreira de Andre Matos
Resenha - Mentalize - Andre Matos
Por Fernando Queiroz
Postado em 02 de julho de 2011
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Depois de dois anos do lançamento de Time To Be Free, Andre Matos voltou com o bom Mentalize, mais direto e menos melódico, o que pode desagradar algumas pessoas, mas sem duvidas não tira a qualidade do álbum, que se mostra muito superior a seu antecessor.
Andre Matos - Mais Novidades
O disco começa com a enigmática Leading On, com um início muito misterioso e cadenciado, e que entra em um refrão forte e marcante, com coros muito bem colocados.
Ja em I Will Return, a música começa com um coro bem animado, o que continua na música, a animação.
Someone Else é uma canção mais progressiva e pesada, vale pelo solo, que é excelente.
Já emenda em Shift The Night Away, que é uma típica música de Power Metal ao estilo de bandas tradicionais do estilo, como as anteriores de Andre.
Back To You é uma das baladas do disco. Muito bonita e com coros muito bem colocados. Merece destaque, pois é lindíssima mesmo.
A faixa-título do álbum começa bem normal, nada acima da média, mas o refrão é bem marcante, e a música continua muito boa, apesar de nada diferente.
The Myriad é, na minha opinião, a pior do disco. Muito parada e simples, mas nada que tire o encanto do álbum.
Já When The Sun Cried Out é outra faixa mais progressiva com aspectos bem melódicos. Conta com uma introdução matadora!
Mirror Of Me é uma música boa, mas, assim como Shift The Night Away, não faria falta no disco, visto que não é nada diferente de qualquer coisa que já se ouviu.
Violence é outra música mais Power Metal, digna de grandes nomes do estilo. Muito empolgante, ficaria ótima ao vivo.
A Lapse In Time é uma das melhores do álbum! Uma balada lindíssima só com piano e voz.
PowerStream é outra mais power, digna de encerramento de disco, muito empolgante e gostosa de se ouvir.
A versão brasileira do álbum ainda traz uma regravação excelente de canção do Angra que nunca foi lançada em álbum nenhum se não a demo Reaching Horizons. A música segue os padrões da original, mas muito melhor gravada e mixada.
O álbum é bom. Nada fora de série, ou que seja lembrado no futuro como clássico, ou coisa assim, mas digno da carreira de um músico como Andre Matos.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



"Nevermind" (Nirvana) ultrapassa "Back in Black" (AC/DC) e "Dark Side..." (Pink Floyd) em vendas
A pior banda gaúcha de rock de todos os tempos, segundo Rogério Skylab
Blaze Bayley traz turnê comemorativa "Iron Maiden 30th Anniversary" ao Bangers Open Air
Marko Hietala arrisca palpite sobre o que levou Floor Jansen a sair do Nightwish
Noodles se afasta dos shows do Offspring por problema de saúde; leia comunicado
Para Nicko McBrain (Iron Maiden), Donald Trump deveria estar na cadeia
O roqueiro brasileiro que se queimou com Jô Soares após falar mal de Ayrton Senna
O disco do Iron Maiden que fez integrantes do Metallica perderem o controle dentro de um avião
Caveira Velha Metal Fest estreia em São Paulo neste sábado (24) com seis bandas
Aerosmith publica novas fotos e confirma retorno do baterista Joey Kramer
Roger Waters diz o que mudaria em "Dark Side" se o Pink Floyd tivesse a tecnologia atual
Bernie Taupin discorda da história que Elton John conta sobre o início da dupla
Por que King Crimson é melhor do que Dream Theater, segundo Mikael Åkerfeldt do Opeth
Floor Jansen quebra silêncio sobre saída do Nightwish em vídeo: "Também estou triste"
Revolução feminina? Perfil vê padrão nas saídas recentes de cantoras do metal sinfônico


Como Herman Li conheceu Andre Matos do Angra: "Kai Hansen, você conhece ele?"
Como Amanda Somerville conheceu Andre Matos, segundo a própria
Charlie Brown Jr.: uma experiência triste e depressiva


