Vader: relembrando pauladas antigas em momento apropriado

Resenha - XXV - Vader

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Por Clóvis Eduardo
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Nota: 9


Mesmo não sendo uma novidade, o Vader conseguiu fazer um dos trabalhos mais legais do gênero Death Metal lançados em 2008. A regravação de 25 "pauladas" antigas do grupo surge em um momento apropriado, principalmente em um ano tão carente de novidades.

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Neste trabalho comemorativo dos 25 anos do Vader, o guitarrista e vocalista Peter relembra os headbangers a boa quantidade de músicas excelentes já feitas pelo grupo polonês. No disco duplo, todas as 25 canções mais a intro "InVaders", têm uma nova configuração. Foram regravadas, e ganharam muito mais poder. Mais peso nas guitarras, bateria clara e com destaque em pratos e bumbos, além dos vocais calminhos de Peter, uma das figuras mais carismáticas do "fechado" cenário Death Metal.

O que esperar de uma "Chaos", que explode em bumbos e riffs, "Carnal", com uma introdução de piano e o acompanhamento de teclados em meio a rápidas passagens, "Xeper" e a batida que não deixa o pescoço parado e a melodia linda de "Wings". E por aí vai, já que ficaria difícil enunciar as qualidades de todas as músicas sem tornar-se redundante em tão curto espaço.

Alguns dos ex-integrantes e outras figuras do metal polonês foram convidados a participar da regravação, numa demonstração de bom entrosamento entre o passado e o presente do grupo, mesmo que a mudança de formação seja uma constante na banda.

Este álbum é uma excelente opção para quem ainda não descobriu o Vader. É a chance de conhecer e repassar em pouco mais de uma hora e meia, uma banda de currículo invejável, e que ainda pode nos dar muitas alegrias. O momento no grupo atualmente não é dos melhores, com a dança das cadeiras dos integrantes (o que já vem acontecendo há anos), mas mesmo assim, nos faz pensar que o ano de 2008 foi um dos mais importantes na carreira do grupo.

Novamente, uma das coisas mais interessantes que apareceram em 2008. Quem achou que o Vader seria apenas de DVD ao vivo e chocolates, se enganou. Ouvir a regravação de "Wyrocznia" e "Tyrani Piekel" muito mais "gordas" valeu sim a pena, principalmente pela energia e demonstração de que o Death Metal pode ser ainda simples se bem trampado. E como não era de se duvidar, fique atento. Vem mais coisa nas próximas semanas do Vader. E se eles seguirem a tendência, não será nada desprezível.




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Sobre Clóvis Eduardo

Clóvis Eduardo Cuco é catarinense, jornalista e metaleiro.

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