Vader: relembrando pauladas antigas em momento apropriado
Resenha - XXV - Vader
Por Clóvis Eduardo
Postado em 24 de dezembro de 2008
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Mesmo não sendo uma novidade, o Vader conseguiu fazer um dos trabalhos mais legais do gênero Death Metal lançados em 2008. A regravação de 25 "pauladas" antigas do grupo surge em um momento apropriado, principalmente em um ano tão carente de novidades.
Neste trabalho comemorativo dos 25 anos do Vader, o guitarrista e vocalista Peter relembra os headbangers a boa quantidade de músicas excelentes já feitas pelo grupo polonês. No disco duplo, todas as 25 canções mais a intro "InVaders", têm uma nova configuração. Foram regravadas, e ganharam muito mais poder. Mais peso nas guitarras, bateria clara e com destaque em pratos e bumbos, além dos vocais calminhos de Peter, uma das figuras mais carismáticas do "fechado" cenário Death Metal.
O que esperar de uma "Chaos", que explode em bumbos e riffs, "Carnal", com uma introdução de piano e o acompanhamento de teclados em meio a rápidas passagens, "Xeper" e a batida que não deixa o pescoço parado e a melodia linda de "Wings". E por aí vai, já que ficaria difícil enunciar as qualidades de todas as músicas sem tornar-se redundante em tão curto espaço.
Alguns dos ex-integrantes e outras figuras do metal polonês foram convidados a participar da regravação, numa demonstração de bom entrosamento entre o passado e o presente do grupo, mesmo que a mudança de formação seja uma constante na banda.
Este álbum é uma excelente opção para quem ainda não descobriu o Vader. É a chance de conhecer e repassar em pouco mais de uma hora e meia, uma banda de currículo invejável, e que ainda pode nos dar muitas alegrias. O momento no grupo atualmente não é dos melhores, com a dança das cadeiras dos integrantes (o que já vem acontecendo há anos), mas mesmo assim, nos faz pensar que o ano de 2008 foi um dos mais importantes na carreira do grupo.
Novamente, uma das coisas mais interessantes que apareceram em 2008. Quem achou que o Vader seria apenas de DVD ao vivo e chocolates, se enganou. Ouvir a regravação de "Wyrocznia" e "Tyrani Piekel" muito mais "gordas" valeu sim a pena, principalmente pela energia e demonstração de que o Death Metal pode ser ainda simples se bem trampado. E como não era de se duvidar, fique atento. Vem mais coisa nas próximas semanas do Vader. E se eles seguirem a tendência, não será nada desprezível.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O maior disco do metal para James Hetfield; "Nada se comparava a ele"
A profunda letra do Metallica que Bruce Dickinson pediu para James Hetfield explicar
Jay Weinberg fala pela primeira vez à imprensa sobre demissão do Slipknot
A melhor banda ao vivo que Dave Grohl viu na vida; "nunca vi alguém fazer algo sequer próximo"
Para Dave Mustaine, Megadeth começou a desandar após "Countdown to Extinction"
A história da versão de "Pavarotti" para "Roots Bloody Roots", segundo Andreas Kisser
David Lee Roth faz aparição no Coachella e canta "Jump", do Van Halen
A música dos Beatles que tem o "melhor riff já escrito", segundo guitarrista do Sting
O hit do Angra que é difícil para o Shamangra cantar: "Nossa, Andre, precisava desse final?"
O disco do AC/DC que os fãs mais fiéis costumam colocar acima dos clássicos óbvios
Baterista Eric Morotti deixa o Suffocation e sai disparando contra ex-colegas
Evanescence lança música inédita e anuncia novo disco, que será lançado em junho
As únicas três músicas do Sepultura que tocaram na rádio, segundo Andreas Kisser
5 bandas dos anos 70 que mereciam ter sido bem maiores, de acordo com a Ultimate Classic Rock
David Ellefson nunca foi o melhor amigo de Dave Mustaine
Derrick recorda de como bateu o desespero ao saber da saída de Eloy Casagrande do Sepultura
A opinião de Ozzy Osbourne a respeito de seus parceiros do Black Sabbath
Thrash metal: cinco discos essenciais para quem quer descobrir o estilo


Vader fará três shows no Brasil em maio; confira datas e locais
Iron Maiden: Leia a primeira resenha de "The Book Of Souls"



