Destruction: uma sonoridade incrivelmente inesperada
Resenha - D.E.V.O.L.U.T.I.O.N - Destruction
Por Bruno Pasquini
Postado em 15 de outubro de 2008
25 anos de estrada não foi o bastante para esgotar a criatividade e a pegada desta vigorosa banda alemã de Thrash Metal. Schimier, Mike e Marc Reign conseguiram de novo, o mais novo trabalho do DESTRUCTION é forte candidato ao play Thrash do ano. E embora o Destruction não seja lá muito chegado em experimentações, "D.E.V.O.L.U.T.I.O.N.", o trabalho em questão traz uma sonoridade incrivelmente inesperada.
É no mínimo admirável que após tantos anos, o baixista e vocalista Schmier ainda mantenha a mesma energia e paixão pela música pesada, e parece disposto a evoluir e não repetir apenas o que já fez durante sua longa e bem sucedida trajetória.
Embora em um primeiro momento você pense consigo mesmo "putz, já ouvi isso antes", "D.E.V.O.L.U.T.I.O.N." se mostra com uma pegada atual e cheia de inovações, a começar pela produção de Jacob Hansen até os riffs avassaladores, pesados e quebrados de Mike Sifringer. Alguns têm até certo groove, como "L.ast Desperate Scream" e, no geral, o Destruction está mais veloz e agressivo do que em 'Metal Discharge e 'Inventor of Evil'.
A variedade de andamentos, inclusive, é o ponto forte do trabalho, pois prende a atenção do ouvinte e não deixa que as faixas soem todas parecidas. A inovação não pára na produção, vale mencionar as participações especiais dos guitarristas Gary Holt (Exodus) e Jeff Waters (Annihilator) em "U.rge (The Greed of Gain)", além do solo 'fodástico' de Vinnie Moore (Ufo) em "V.icious Circle - The Seven Deadly Sins".
Algumas dessas faixas são aguardadas no set-list dos shows que o DESTRUCTION fará em Fortaleza e em São Paulo neste final de semana e na terça-feira em Porto Alegre, prometendo sacudir estas cidades com sua passagem apocalíptica.
O review desta apresentação de Porto Alegre estará disponível aqui no Whiplash logo após o show, para reavivar a memória dos headbangers que acompanharam a destruição e para causar uma certa sensação de arrependimento aos desafortunados que deixaram essa oportunidade de presenciar uma verdadeira aula de Thrash passar.
Believe, believe, believe in Thrash Metal!!!
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