"Heavy metal é para ser tocado com duas guitarras", opina Schmier (Destruction)
Por João Renato Alves
Postado em 09 de fevereiro de 2026
Quando se pensa na carreira do Destruction, a imagem do power trio é a mais comum. No entanto, a banda já foi um quarteto em diferentes eras, incluindo a atual, vigente desde 2019. Ao Roppongi Rocks, o baixista e vocalista Marcel "Schmier" Schirmer falou sobre como se sente em relação ao formato.
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"Voltamos a ser um quarteto em 2019, já são sete anos. Eu adorava a ideia do trio. Cresci ouvindo Motörhead, Rush, Venom, Triumph e todos os trios daquela época. Mas você sempre tem limitações. Com duas guitarras, muitas portas se abrem. Além disso, compor músicas fica muito mais fácil porque você tem mais opções. E ao vivo, claro, é mais potência bruta, mais solos duplos, mais harmonias vocais."
O frontman complementou o raciocínio com uma frase de impacto. "Heavy metal é para ser tocado com duas guitarras. Amo os power trios e nossa fase como um trio, porque cada membro individual tem mais responsabilidades e, consequentemente, mais pressão. Mas a criatividade e todo o resto são muito melhores como quarteto."
Atualmente, o Destruction conta com os guitarristas Damir Eskić e Martin Furia. "Birth of Malice", 16º álbum de estúdio, saiu em março do ano passado. Tornou-se o primeiro disco em toda a carreira da banda a entrar no Top 10 da parada alemã, alcançando justamente a 10ª posição.
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