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Resenha - Best of 1990 1999 - Yngwie Malmsteen

Por Rafael Carnovale
Em 09/06/05

Nota: 7

O único ser humano capaz de ser mais rápido que um foguete é Yngwie Malmsteen. A maneira como ele "frita" notas é impressionante, e aliada a sua técnica e habilidade como compositor rendeu ao mesmo um local no pódio dos melhores guitarristas da atualidade. Mas o fato é que o cara andou em baixa no final dos anos 80 e durante parte dos anos 90. Se ainda continuava tocando barbaridades, como sempre, o mesmo não podia ser dito de seus álbuns. Alternando momentos inspirados com medíocres demostrações de virtuosismo, Malmsteen passou a década de 90 tentando se re-encontrar. O que fez no final dos anos 90, e mantém regularmente durante os anos atuais.

Ademir Barbosa Silva | Alexandre Faria Abelleira | Andre Sugaroni | André Silva Eleutério | Antonio Fernando Klinke Filho | Bruno Franca Passamani | Caetano Nunes Almeida | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Eduardo Ramos | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cristofer Weber | César Augusto Camazzola | Dalmar Costa V. Soares | Daniel Rodrigo Landmann | Décio Demonti Rosa | Efrem Maranhao Filho | Eric Fernando Rodrigues | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Filipe Matzembacher | Gabriel Fenili | Helênio Prado | Henrique Haag Ribacki | Jesse Silva | José Patrick de Souza | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcelo H G Batista | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Reginaldo Tozatti | Ricardo Cunha | Ricardo Dornas Marins | Sergio Luis Anaga | Sergio Ricardo Correa dos Santos | Tales Dors Ciprandi | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Tom Paes | Vinicius Valter de Lemos | Wendel F. da Silva

Esta coletânea é centrada de 1990 a 1999 ("Seventh Sign" até "Alchemy") e ratifica o que foi dito acima. Iniciando os trabalhos, a versão para "Gimme, Gimme, Gimme" do mais que "coverizado" ABBA ficou excelente. Os vocais de Mark Boals funcionaram muito bem, e Yngwie soube dosar seus solos com o andamento da música. Mas nem tudo são flores. Se "Never Die" e "Facing the Animal" são maravilhosas, "Brothers", "Vengeance" (com os vocais do talentoso Michael Vescera) e "Like an Angel" deixam muito a desejar. Já as versões ao vivo de "Rising Force" (com o excepcional Mats Léven nos vocais) e "Gates of Babylon" do Rainbow ficaram bem intberessantes.

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Quer um conselho? Pare por aí.... nem ouça "Blue", "Hangar18, Area51" e "Cavalino Rampante"... você não estará perdendo nada, e poupará seus ouvidos de excessos de solos, que ofuscam o instrumental e os vocais. Quem reclama da falta de material clássico neste CD deve entender que o mesmo abrange outra época da carreira do guitarrista, portanto nada de "I’ll see the Light Tonight" ou algum dos covers de "Inspiration" (CD lançado em 1995).

Um produto para quem curte toda a carreira do sueco... mas quer uma dica? Pule este "best of" e vá direto para "Attack" e "Unleash the Fury", aonde o gorducho guitarrista re-aprendeu como fazer música com sua guitarrra... vai por mim!!!

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Material Cedido por:
ST2 MUSIC
http://www.st2.com.br

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Sobre Rafael Carnovale

Nascido em 1974, atualmente funcionário público do estado do Rio de Janeiro, fã de punk rock, heavy metal, hard-core e da boa música. Curte tantas bandas e estilos que ainda não consegue fazer um TOP10 que dure mais de 10 minutos. Na Whiplash desde 2001, segue escrevendo alguns desatinos que alguns lêem, outros não... mas fazer o que?

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