Resenha - Dark Ride - Helloween

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Por Rodrigo Simas
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Um dos CDs mais esperados do ano. Isso traz ansiedade, e sempre aquela sensação de que alguma coisa pode sair errada. Mas fiquem tranqüilos, os fãs do Helloween já podem comemorar. As abóboras estão de volta, e com um grande disco. The Dark Ride, já pela capa, que mostra uma abóbora na face escura da lua, mostra que um clima sombrio (e muito heavy metal) esta no ar.

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Com certeza o melhor lançamento da fase Andi Deris, e um dos melhores discos já lançados pela banda alemã, Dark Ride traz, além das melodias que fizeram com que o Helloween seja a banda mundialmente conhecida que é hoje, riffs marcantes, muitos solos, mais peso que o habitual, até mais que em Better Than Raw, e uma performance precisa de todos seus integrantes. Aliás, Uli Kusch está destruindo a bateria, sempre ajudado pelo antigo conhecido Markus Grosskopf (baixo), enquanto que a guitarra clássica de Roland Grapow reveza com a mais rockeira de Weikath, fazendo assim uma excelente dupla de guitarras, sem contar com Andi Deris, que não precisa mais provar nada para ninguém, e mostra aqui , talvez sua melhor participação em lançamentos com o Helloween, com vocalizações muitíssimo bem feitas, grandes melodias (como em All Over The Nations, com destaque total para os vocais de Andi ), muita personalidade e feeling ( se cantar bem é só chegar em notas altas, meu sobrinho de três anos é o melhor vocalista do mundo ) , tudo acompanhado pelas composições do nível de Scalation 666 (uma das músicas mais pesadas já gravadas pela banda e escrita por Roland Garpow), Mirror Mirror (altamente heavy metal) e faixas na linha mais clássica do heavy metal melódico como Salvation e We Damn the Night ( com a parte instrumental perfeita na hora do solo, inspiradíssimo!).

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Depois da introdução o CD abre com a Mr. Torture, e se alguém duvida do que está escrito nessa resenha , é só ouvir essa faixa e ver que o Helloween continua o mesmo de sempre, mas sem se auto-copiar , com muita originalidade e com muita classe, com muito "punch" e com os refrões característicos, sendo este de Mr. Torture um presente para os fans da banda de tão "hellowínico" que é.

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Algumas músicas podem ir mais para o lado hard rock, mas sem perder o peso, como em I Live for your Pain, com seu riff cavalgado, Departed Sun, que é a faixa mais diferente do album mas tão boa quanto o resto, e na própria If I Could Fly , com uma excelente inclusão de teclado, e com um refrão marcante.

The Dark Ride fecha com a música de mesmo nome, cheia de climas, variações de ritmo e os sempre presentes duetos de guitarra, além de que com certeza vai ser um dos pontos altos dos shows, dando assim um final perfeito a mais um capítulo na história dessas abóboras alemãs, que ainda tem muito o que contar.
Quem já foi rei nunca perde a majestade, já dizia um velho ditado...

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Sobre Rodrigo Simas

Designer, carioca e tricolor. Começou a ouvir música aos 11 anos, com Iron Maiden, Metallica e Rush. Tem como hobby quase profissional, a música. Além de produzir shows e eventos, trabalhou por 5 anos em loja especializada em Heavy Metal, e já escreveu para alguns sites e revistas de música. Hoje escuta de tudo um pouco, e cada vez mais descobre que existem apenas dois tipos de música: a boa e a ruim, independente do estilo. Bandas e artistas favoritos: Dave Matthews Band, Peter Gabriel, Rush, Iron Maiden, Led Zeppelin, Ben Harper, Radiohead, System of a Down... e a lista continua...

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