Resenha - MTV Ao Vivo - Nando Reis
Por Anderson Nascimento
Postado em 15 de novembro de 2004
Neste MTV ao Vivo, Nando Reis mostra ao público versões de seus maiores sucessos ao vivo, consolidando de vez a sua banda "Os Infernais", com o nome pela primeira vez na capa do cd.
Não curto muito discos ao vivo, mas nesse disco Nando retoma a veia roqueira do disco "Infernal", onde ele também faz releituras de sucessos seus gravados pelos Titãs, por outros artistas e por ele mesmo. Inclusive as músicas "doces" do disco anterior "A Letra A", como por exemplo a faixa título, ficaram mais animadas, roqueiras mesmo. O que dizer, por exemplo, da faixa "Luz dos Olhos", ufa! Uma versão de quase sete minutos de tirar o fôlego.

Nando Reis, que mesmo fora dos Titãs, já possui uma longa carreira, desfila hits mostrando que mesmo em um disco de dezoito faixas (4 inéditas), ele se dá ao luxo de deixar alguns hits seus de fora. Isso prova que já estava na hora mesmo de Nando lançar um disco ao vivo, e traçar uma espécie de ponto zero em sua carreira.
O público, que compareceu ao bar Opinião em Porto Alegre, retribui o privilégio de assistir a gravação do álbum com muito afinco, a galera aplaude e canta o tempo todo junto com Nando, em "O Segundo Sol", por exemplo, o barulho do público é ensurdecedor.
As músicas novas servem para confirmar o excelente momento que Nando vem passando, "Mantra", que está tocando nas rádio é linda, uma parceria de Nando com Arnaldo Antunes que lembra a fase solo de George Harrison, conta com as versões ao vivo e estúdio no álbum, todas com a participação do grupo "Hare Krishnas" no coro. "Por onde andei", é uma bonita balada que carrega o estilo particular de Nando de compor. "Quase que dezoito", é daquelas que tem o refrão fácil de cantar e melodia grudenta, na primeira audição você já aprende a cantar. "Pomar" traz a participação da banda gaúcha Ultramen e também é super divertida.

Enfim, o álbum é um passeio por quase vinte anos de música, e nos proporciona momentos super prazerosos, como o "link" de "Meu aniversário", do primeiro disco, para a música "Relicário". Vale o investimento.
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