Resenha - Burning Red - Machine Head

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Por Fernanda Zorzetto
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Após o lançamento de "Burn My Eyes" de 94 e de "The More Things Change..." de 97, o Machine Head vem agora com seu terceiro álbum, novamente pela Roadrunner.

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The Burning Red traz uma nova formação da banda. Além de Robert Flynn nos vocais e guitarra, Adam Duce no baixo e Dave McClain (ex-Sacred Reich) na bateria, o novo guitarrista Ahrue Luster entra no lugar deixado por Logan Mader, que saiu em 99 para se juntar ao Soulfly.

As músicas de The Burning Red têm ainda as raízes thrash, mas agora com um pouco mais de hardcore e hip-hop, e segue a tendência do chamado novo metal ou metal alternativo, misturando os riffs e vocais mais pesados com algumas partes de melodia mais lenta e vocais mais limpos.

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Muita quebrada de bateria e distorções nos vocais são marcas desse álbum produzido por Ross Robinson, já conhecido por ter trabalhado com bandas como Korn, WASP, Soulfly e com o Sepultura em "Roots". A mixagem ficou por conta de Terry Date, que já produziu Metal Church, Dream Theater, Pantera, Soundgarden, Overkill, White Zombie e o álbum "Nativity In Black: Tribute To Black Sabbath".

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Vale o destaque para as músicas "I Defy", pesada sem perder qualidade, e para o cover da clássica "Message In A Bottle" do Police, onde o vocal de Rob deu um novo feeling à música.

A capa e as fotografias do encarte são de Dean Karr, que já fotografou Alice Cooper em "Last Temptation" e "Classiks" e Cypress Hill em "IV".

O Machine Head é uma banda que ainda tem a veia do thrash nas músicas, continua pesada, mas que incorporou elementos novos do final da década de 90, como partes lentas, de vocal arrastado e sufocado e mudanças de andamento, na maioria das músicas. Quem curtir essa tendência tem um álbum e tanto nas mãos.

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Material cedido por: Roadrunner Records


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