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Pesquisa: se arrepiar ouvindo música é um ótimo sinal

Por
Fonte: Yahoo!
Postado em 05 de setembro de 2017

Todo mundo tem suas músicas favoritas, aquelas que por alguma razão mexem diretamente com a gente - para cima ou para baixo.

Mas e chegar ao ponto de se arrepiar com uma determinada música? Pois é, não é uma sensação vivida por todos e segundo um pesquisador, se isso acontece com você, é porque seu cérebro funciona de um jeito um pouco diferente.

Quem afirma isso é Matthew Sachs, graduado em música pela Southern California University. Segundo ele, aqueles que têm essa reação à música possuem "cognição de ordem superior". Matthew é autor de outros três estudos relacionados a influência positiva que a música pode ter nas nossas vidas.

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Ele realizou testes em 20 estudantes e 10 deles disseram sentir arrepios quando ouviam certas canções. Ok, uma amostra pequena, mas convenhamos que provocar tal reação não pode ser desprezível.

Os participantes tiveram seus cérebros escaneados e descobriu-se que aqueles que se arrepiavam possuíam maior conexão neural entre o córtex auditivo (responsável pelo centro de processamento emocional) e o córtex pré-frontal (ligado a cognição de ordem superior que envolve ouvir e entender a música).

Segundo Matthew, as pessoas que reagem dessa maneira podem ter emoções mais fortes e intensas. "A ideia é de que mais fibras e o aumento de eficiência entre as duas regiões indicam que a pessoa tem um processamento mais eficiente", afirmou no Oxford Academic.

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Agora, ele pretende realizar novos testes para obter mais informações sobre como a música afeta a mente humana. Para ele, isso seria uma alternativa para o tratamento de doenças da mente. "A depressão causa a incapacidade de experimentar o prazer de coisas cotidianas e a música poderia ser usada como terapia para explorar sentimentos".

Uma música que me deu arrepios foi a belíssima versão do JOHNNY CASH para "Hurt".

E você, tem alguma?

Comente: Qual a música que arrepia você?

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Sobre Mário Pescada

Mineiro, leitor compulsivo, ouvinte de todas as vertentes do rock - do blues ao grindcore. Valoriza mais a honestidade e entrega em cima do palco do que a técnica. Guarda os flyers dos shows que vai como se fossem relíquias. Autor dos livros "Distorções do Submundo: Dissecando álbuns matadores do underground brasileiro" vol. 1 (2023) e vol. 2 (2024), lançados pela Editora Denfire.
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