Slipknot: Mick adora ver guitarristas que fritam, embora seja enjoativo
Por Bruce William
Fonte: Ultimate Guitar
Postado em 04 de setembro de 2017
Morre Phil Campbell, guitarrista que integrou o Motörhead por mais de 30 anos
Em matéria de setembro de 2017, Mick Thomson, guitarrista do Slipknot, diz que adora ver guitarristas "fritando", mas ele acha que excesso de "shredding" podem acabar enjoando o ouvinte.
"Lembro de ver (o vídeo instrucional de Paul Gilbert) com um amigo quando eu tinha cerca de 14 anos quando ele começa a detonar. Olhamos um pro outro e ficamos 'mas que diabos está acontecendo?' Era uma coisa sobre-humana, não parecia real. Como alguém podia fazer aquilo, estava além da minha compreensão".
Depois Mick explica que depois que você começa a praticar, obviamente leva um bom tempo mas você vai melhorar, porém "é diferente para cada um. Pense no Usain Bolt: se ele não fosse especial, todos correriam daquele jeito!", e depois acrescenta que ele possui tendência a tocar rápido por achar divertido, mas está muito longe daqueles shredder dos anos oitenta, que ele diz adorar: "o vídeo do Chris Impelliteri é insano: é como assistir Yngwie (Malmsteen) tocando com o dobro da velociade!"
Após elogiar o trabalho de Tony MacAlpine no "Maximum Security" de 1987, Mick diz que tem uma opinião definida sobre este excesso de virtuosismo: "Aprendi a muito tempo que estas fritações malucas são muito legais pra quem está tocando e para aqueles que querem tocar deste jeito. É divertido mostrar o seu trabalho assim e ouvir as pessoas comentando 'Ah, este guitarrista realmente manja do que faz", e depois faz uma ressalva: "Mas você não quer alienar todos. É difícil compor uma boa música, você tem que equilibrar técnica, musicalidade e melodia, sem tornar a música uma porra duma canção radiofônica. Quando eu tinha cerca de 18 anos descobri que é mais difícil compor um grande riff thrash do que escrever um solo" e em seguida começa a elogiar o trabalho do Flotsam And Jetsam no "Doomsday for the Deceiver" de 1986, por fim enaltecendo bandas como Deeds Of Flesh e o Gorod da França.
Por último, Mick explica que cresceu ouvindo músicos de jazz como Al Di Meola, Larry Carlton e Robben Ford, e material mais "bluesy" como os discos ao vivo do Cream (Eric Clapton, Ginger Baker e Jack Bruce) graças a seu pai, que embora não fosse músico tinha uma boa coleção de discos.
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