Slipknot: Mick adora ver guitarristas que fritam, embora seja enjoativo

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Por Bruce William, Fonte: Ultimate Guitar, Tradução
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Em matéria de setembro de 2017, Mick Thomson, guitarrista do Slipknot, diz que adora ver guitarristas "fritando", mas ele acha que excesso de "shredding" podem acabar enjoando o ouvinte.

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"Lembro de ver (o vídeo instrucional de Paul Gilbert) com um amigo quando eu tinha cerca de 14 anos quando ele começa a detonar. Olhamos um pro outro e ficamos 'mas que diabos está acontecendo?' Era uma coisa sobre-humana, não parecia real. Como alguém podia fazer aquilo, estava além da minha compreensão".

Depois Mick explica que depois que você começa a praticar, obviamente leva um bom tempo mas você vai melhorar, porém "é diferente para cada um. Pense no Usain Bolt: se ele não fosse especial, todos correriam daquele jeito!", e depois acrescenta que ele possui tendência a tocar rápido por achar divertido, mas está muito longe daqueles shredder dos anos oitenta, que ele diz adorar: "o vídeo do Chris Impelliteri é insano: é como assistir Yngwie (Malmsteen) tocando com o dobro da velociade!"

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Após elogiar o trabalho de Tony MacAlpine no "Maximum Security" de 1987, Mick diz que tem uma opinião definida sobre este excesso de virtuosismo: "Aprendi a muito tempo que estas fritações malucas são muito legais pra quem está tocando e para aqueles que querem tocar deste jeito. É divertido mostrar o seu trabalho assim e ouvir as pessoas comentando 'Ah, este guitarrista realmente manja do que faz", e depois faz uma ressalva: "Mas você não quer alienar todos. É difícil compor uma boa música, você tem que equilibrar técnica, musicalidade e melodia, sem tornar a música uma porra duma canção radiofônica. Quando eu tinha cerca de 18 anos descobri que é mais difícil compor um grande riff thrash do que escrever um solo" e em seguida começa a elogiar o trabalho do Flotsam And Jetsam no "Doomsday for the Deceiver" de 1986, por fim enaltecendo bandas como Deeds Of Flesh e o Gorod da França.

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Por último, Mick explica que cresceu ouvindo músicos de jazz como Al Di Meola, Larry Carlton e Robben Ford, e material mais "bluesy" como os discos ao vivo do Cream (Eric Clapton, Ginger Baker e Jack Bruce) graças a seu pai, que embora não fosse músico tinha uma boa coleção de discos.

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