Todd Rundgren

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Por Allan Jones
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Um dos maiores artistas americanos de todo os tempos, Todd é um multi-instrumentista e um produtor conceituado.

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Ele nasceu em 22 de junho de 1948 na Philadelphia. Começou sua carreira em uma banda chamada Woody's Truck Stop.

Em 1967 formaria o Nazz, um quarteto que gravou três álbuns de rock n’roll antes de se dissolver em 1970. É importante frisar que Todd além de tocar e cantar, produzia e coordenava, era o cara por trás do êxito da banda.

A Carreira solo de Todd começou em 1970, com o disco “Runt”. Esse nome veio em razão de um apelido de infância. Após o lançamento deste disco, Todd recebeu ajuda de Tony Sales (b) para as composições de seu novo álbum.

Juntos eles fizeram seu primeiro hit “We Got To Get You A Woman". A música apareceu nas rádios e ficou nas paradas por muito tempo. O álbum “The Ballad of Todd Rundgren” saiu em 71 e se tornou um clássico do rock romântico. As canções "I Saw The Light" e "It Wouldn't Have Made Any Difference" revelavam Todd para o mundo como muito mais que um grande instrumentista e produtor. Ele se mostrava um excelente letrista e compositor também.

O próximo disco levaria o nome de “A Wizard, A True Star” e continuaria dando hits a Todd. "I'm So Proud" e "Ooh Baby Baby" mostravam que ele havia chegado para ficar.

Em 74 seria lançado o disco “Todd”, sendo seguido por “Initiation” (75) e “Faithfull” (76), que trazia a incrível “Love of a Common Man”

Na década de 70, Todd ainda investiu em um projeto chamado Utopia. Esta banda não durou muito e Todd ficou apenas com sua carreira solo.

Ainda na década de 70, Todd começou a colher os frutos de seu trabalho realizado como produtor. Um exemplo é o álbum “Bat out of Hell” do Meat Loaf, um dos discos mais vendidos na história do rock americano. Além de Meat Loaf, Todd trabalhou com New York Dolls, Grand Funk, Uruah Heep e Hall & Oates.

Após “Faithfull”, Todd retornaria à cena musical com o disco “Hermit of a Mink Hollow”. Este nome foi dado em homenagem a residência do cantor. O álbum traz Todd em plena forma. Músicas como “All the Children Sing”, “Bread” e a clássica “Can we still be Friends” fazem deste álbum um dos mais recomendados da sua carreira.

Todd entrou os anos 80 com incríveis versões de clássicos dos Beatles e outras bandas conceituadas, coisa que ele já fazia desde o começo da carreira.

O primeiro álbum de verdade da década chamou-se “Healing” e foi lançado em 81. Na seqüência veio o estranho “The Ever Popular Tortured Artist Effect” e o surpreendente “A Capella” (85).

Todd havia perdido um pouco a popularidade e resolveu se concentrar em outros projetos. Fez alguns trabalhos como produtor de estúdio e também para a Broadway.

Em 89 sairia o inédito “Nearly Human”. Este disco tecnicamente era bem superior aos anteriores. Após este álbum Todd sairia em turnê e acabaria parando no Japão. O show em Tokyo virou um vídeo onde destacam-se as músicas “Real Man” e “Love in Action”.

No início dos anos 90, Todd ainda lançaria mais um disco dentro dos padrões. “2nd Wind” foi o último álbum clássico de Todd.

Todd começou a flertar com a modernidade, utilizar efeitos eletrônicos e virtuais. Chegou ao cúmulo de mudar seu nome artístico, passou a se denominar TR-I, lançando os discos "TR-i No World Order" (92), "TR-i No World Order Lite" (94) e "TR-i The Individualist" (95).

Neste período, a bomba explodia na mídia. A sua filha com Bebe Buell, a atriz e modelo Liv Rundgren, era na verdade filha de Steven Tyler do Aerosmith. Com a revelação, ela mudou o nome para Liv Tyler e perdeu o contato com Todd e sua família.

Ainda nos 90s, viriam os albuns "Up Against It" (97) e "With A Twist" (97). Este último trazia versões inusitadas de velhos clássicos de Todd, todos num estilo de bossa-nova.

Todos se perguntaram onde estaria aquele artista que criou músicas como “Cry baby” e “Love is the Aswer”.

Com a era dos computadores, Todd começou a fazer tudo pela Net. Hoje ele tem um site onde mantém contato direto com fãs e músicos, no site você tem acesso direto as músicas e arquivo do cantor.

Ele atualmente está morando no Hawaí e após lançar os discos “One Long Year” e “Reconstructed”, (ambos de 2000), está fazendo shows em pequenos bares como se fosse um desconhecido aspirante a músico.

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Sobre Allan Jones

É carioca, tem 23 anos e ouve rock desde pequeno. Suas principais influências são dos anos 70 e 80. Fez vários trabalhos relacionados ao rock, desde programas de rádio até promoção de eventos. Além disso, é músico e também faz trabalhos relacionados ao teatro. Oficialmente trabalha para a secretaria de fazenda de uma prefeitura de um município do Rio. Atistas prediletos: Kiss, Alice Cooper, Van Halen, Todd Rundgren, Asia, Kansas, Journey e as bandas do cenário do hard oitentista.

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