Músicos do Children of Bodom fazem show em homenagem a Alexi Laiho
Lamb of God lança "Blunt Force Blues", faixa de seu próximo disco
"Cala a boca e canta"; Joan Jett explica por que nunca vai se sujeitar a isto
Sebastian Bach diz que Axl Rose aquece a voz com uma gravação dele há muitos anos
Greyson Nekrutman diz que sempre sonhou em contribuir com o Sepultura
O pior solo de guitarra do Angra de todos os tempos, segundo Rafael Bittencourt
Foo Fighters anuncia show no Rock in Rio 2026
Mike Portnoy afirma que show do Dream Theater no Chile será gravado para lançamento futuro
Guitarrista Reb Beach nunca quis que o Winger acabasse
Família fez Tobias Forge dar uma pausa nas atividades do Ghost
Social Distortion anuncia "Born to Kill", primeiro álbum de estúdio em 15 anos
Músico entediado deve reconsiderar carreira, diz Barney: "ninguém quer 50% de um artista"
Foto que inspirou a capa do álbum "Led Zeppelin IV" vai a leilão na Inglaterra
Novo disco do Megadeth ocupa posição intermediária em ranking da Metal Hammer
A música do Metallica que James Hetfield achou fraca demais; "Tá maluco? Que porra é essa?"
Em dezembro de 1985, dois garotos americanos atiraram contra si mesmos. Um rapaz morreu no local, enquanto outro ficou gravemente ferido e faleceu três anos depois. As famílias dos rapazes entraram na justiça, alegando que o disco “Stained Class”, do Judas Priest, os induziu a cometerem suicídio. Os membros do Judas Priest compareceram ao tribunal, e apesar da dor de cabeça, o caso foi arquivado.
“As pessoas que vieram com o caso usaram todo um equipamento sofisticado para tentar 'provar' que essa mensagem subliminar existia, mas era ridículo. Rapidamente o juiz percebeu que não havia um caso concreto, mas o julgamento durou quase seis semanas antes que o caso fosse arquivado”, disse Ian Hill, baixista do Judas Priest.
![]()