Vocalista Brian Ross (Satan, Blitzkrieg) passará por "cirurgia para salvar sua vida"
Cruise to the Edge fecha lineup da edição de 10 anos com 33 atrações do mundo prog
Amon Amarth quer vocalistas do Grand Magus e Halestorm no próximo álbum
O famoso trecho de "Exagerado" de Cazuza que é inspirado em Elvis Costello, segundo Leoni
Último disco é uma despedida à altura do legado do Megadeth
O artista que influenciou o Kiss e quase fechou banda com o Jimi Hendrix Experience
Organização do 70000 Tons of Metal se manifesta sobre acusação de assédio
Metallica será homenageado como Parceiro Visionário pela Cruz Vermelha
Humberto Gessinger e a linha tênue entre timidez e antipatia: quem está certo?
A respeitosa opinião de James LoMenzo sobre o "patrão" Dave Mustaine
O que o Angra precisa fazer para não fracassar com Alírio Netto, segundo Regis Tadeu
O biênio que foi o "auge da audiência e da grana" na MTV Brasil, segundo ex-diretor
Os dois cantores que ajudaram Malcolm Young durante sua batalha contra a demência
Os álbuns do Pink Floyd que Roger Waters chamou de "pretensiosos"
As duas performances na bateria que Phil Collins quer guardar para sempre na memória
Em dezembro de 1985, dois garotos americanos atiraram contra si mesmos. Um rapaz morreu no local, enquanto outro ficou gravemente ferido e faleceu três anos depois. As famílias dos rapazes entraram na justiça, alegando que o disco “Stained Class”, do Judas Priest, os induziu a cometerem suicídio. Os membros do Judas Priest compareceram ao tribunal, e apesar da dor de cabeça, o caso foi arquivado.
“As pessoas que vieram com o caso usaram todo um equipamento sofisticado para tentar 'provar' que essa mensagem subliminar existia, mas era ridículo. Rapidamente o juiz percebeu que não havia um caso concreto, mas o julgamento durou quase seis semanas antes que o caso fosse arquivado”, disse Ian Hill, baixista do Judas Priest.
![]()