A vez em que Alissa White-Gluz pensou estar trabalhando com Fabio Lione (mas não estava)
3 músicas subestimadas de 1972 que hoje soam melhores, segundo a American Songwriter
Max Cavalera conta como filho de John Lennon participou de disco do Soulfly
A lenda do rock que ajudou o AC/DC a abrir caminho nos EUA, segundo Malcolm Young
Porto Alegre ganha espaço para 15 mil pessoas e mira grandes shows
Frontman do Corrosion of Conformity, Pepper Keenan lembra teste para baixista do Metallica
O guitarrista com o qual Ronnie Romero (ex-Rainbow) se recusaria a trabalhar
A única banda de rock na atual playlist da NASA para acordar astronautas indo para a Lua
O disco que Kurt Cobain esperava que fosse enterrar o grunge de vez
Alvin L, compositor de hits de sucesso do pop rock nacional, faleceu neste domingo
O clássico do Dead Kennedys que deve sua criação à ex-banda de Lemmy
O que Nirvana e o hip-hop têm a ver com o peso do Lamb of God, segundo Mark Morton
Vocalista Andrew Freeman não faz mais parte do Last in Line
Donn Landee, engenheiro que ajudou a moldar o som do Van Halen, morre aos 79 anos
Novo baterista do Foo Fighters, Ilan Rubin conta como conseguiu a vaga
Em dezembro de 1985, dois garotos americanos atiraram contra si mesmos. Um rapaz morreu no local, enquanto outro ficou gravemente ferido e faleceu três anos depois. As famílias dos rapazes entraram na justiça, alegando que o disco “Stained Class”, do Judas Priest, os induziu a cometerem suicídio. Os membros do Judas Priest compareceram ao tribunal, e apesar da dor de cabeça, o caso foi arquivado.
“As pessoas que vieram com o caso usaram todo um equipamento sofisticado para tentar 'provar' que essa mensagem subliminar existia, mas era ridículo. Rapidamente o juiz percebeu que não havia um caso concreto, mas o julgamento durou quase seis semanas antes que o caso fosse arquivado”, disse Ian Hill, baixista do Judas Priest.
![]()