Companheiros do Genesis não botaram fé em hit: "Phil Collins, o que você está fazendo?"
As músicas "melancólicas" e "épicas" que inspiraram "Fade to Black", do Metallica
O significado da expressão "Flag of Hate", segundo o vocalista do Kreator
Vocalista do Symphony X apoia conscientização do autismo com nova música
AC/DC nos anos 70 impressionou Joe Perry e Eddie Van Halen: "Destruíam o lugar"
Dave Mustaine afirma que setlists dos shows do Megadeth são decididos em equipe
Clássico do Kansas viraliza após esquete com Jack Black no Saturday Night Live
Anos após ser atacada por morcego, vocalista do The Pretty Reckless é picada por aranha
Bret Michaels entende que 2027 é o ano ideal para a volta do Poison
Quando roubaram mais de um milhão em dinheiro do Led Zeppelin que nunca mais foi recuperado
Firewind finaliza novo álbum de estúdio, que será conceitual
Stephen Platt é anunciado como novo guitarrista do Evergrey
Phil Lynott adorava futebol e torcia pelo Manchester United, diz Scott Gorham
O dia que moto de Blaze Bayley foi incendiada enquanto ele fazia show com o Wolfsbane
Elize Ryd, vocalista do Amaranthe, gostava de trabalhar lavando pratos em restaurante
Em dezembro de 1985, dois garotos americanos atiraram contra si mesmos. Um rapaz morreu no local, enquanto outro ficou gravemente ferido e faleceu três anos depois. As famílias dos rapazes entraram na justiça, alegando que o disco “Stained Class”, do Judas Priest, os induziu a cometerem suicídio. Os membros do Judas Priest compareceram ao tribunal, e apesar da dor de cabeça, o caso foi arquivado.
“As pessoas que vieram com o caso usaram todo um equipamento sofisticado para tentar 'provar' que essa mensagem subliminar existia, mas era ridículo. Rapidamente o juiz percebeu que não havia um caso concreto, mas o julgamento durou quase seis semanas antes que o caso fosse arquivado”, disse Ian Hill, baixista do Judas Priest.
![]()