Em 2004, Steppenwolf recusou uso de "Born to be Wild" em programa de Paris Hilton
Nelson Motta reflete sobre genialidade de Rita Lee: "Ela tentou se destruir a vida inteira"
4 hits de rock de 1971 que praticamente sumiram do rádio, segundo a American Songwriter
Para Nicko McBrain, volta de Bruce Dickinson ao Iron Maiden estava "nos planos de Deus"
A canção de Jimi Hendrix que Brian May se recusou a regravar
John Corabi explica o que o fez se afastar do som do Mötley Crüe em álbum solo
Morre Guto Graça Mello, produtor de Cazuza, Rita Lee e trilhas do cinema brasileiro
Com ex e atuais membros do King Diamond, Lex Legion lança o single "Gypsy Tears"
Judas Priest escondeu por 10 anos que vivia sem dinheiro, segundo K.K. Downing
Sonoridade melancólica do HIM está ligada à morte de cachorro de Ville Valo
"Operation Mindcrime III" - Geoff Tate revela a mente por trás do caos
"Acústico MTV" do Capital Inicial: o álbum que redefiniu uma carreira e ampliou o alcance do rock
Quatro bandas internacionais que fizeram mais de 50 shows no Brasil
O álbum de 1967 que parecia ter sido escrito para os ouvintes no futuro
Acabou a farra: vocalista do Paradise Lost se dedica apenas aos shows durante as turnês
Em dezembro de 1985, dois garotos americanos atiraram contra si mesmos. Um rapaz morreu no local, enquanto outro ficou gravemente ferido e faleceu três anos depois. As famílias dos rapazes entraram na justiça, alegando que o disco “Stained Class”, do Judas Priest, os induziu a cometerem suicídio. Os membros do Judas Priest compareceram ao tribunal, e apesar da dor de cabeça, o caso foi arquivado.
“As pessoas que vieram com o caso usaram todo um equipamento sofisticado para tentar 'provar' que essa mensagem subliminar existia, mas era ridículo. Rapidamente o juiz percebeu que não havia um caso concreto, mas o julgamento durou quase seis semanas antes que o caso fosse arquivado”, disse Ian Hill, baixista do Judas Priest.
![]()