Material inédito do Roxy Music nunca será lançado, revela Phil Manzanera
Com ex-membros do Evanescence, We Are the Fallen quer retomar atividades
Antes da fama com o Bon Jovi, tecladista queria ser o novo Rick Wakeman
Será que é tão difícil assim respeitar o gosto musical alheio?
Paul McCartney não entende influenciadores: "Pessoas sem talento que são muito famosas"
Agora vai? Dino Cazares volta a falar sobre novo álbum do Fear Factory
A música do Creedence que os fãs adoram mas John Fogerty nunca engoliu direito
Kam Lee (Massacre, ex-Death) será o vocalista do Benediction no show em São Paulo
O integrante do Queen que poderia ter sido Phil Collins
A banda que fez Sharon den Adel, vocalista do Within Temptation, entrar no mundo da música pesada
Tesla divulga versão de "Spread Your Wings", clássico do Queen
Baterista da Lady Gaga ouve Death pela primeira vez e tenta tocar "Crystal Mountain"
"Chop Suey!", do System of a Down, ultrapassa 2 bilhões de streams no Spotify
Espera de quinze anos vale cada minuto de "Born To Kill", o novo disco do Social Distortion
Vocalista do HIM diz que o pop é "o McDonald's da música"
Em dezembro de 1985, dois garotos americanos atiraram contra si mesmos. Um rapaz morreu no local, enquanto outro ficou gravemente ferido e faleceu três anos depois. As famílias dos rapazes entraram na justiça, alegando que o disco “Stained Class”, do Judas Priest, os induziu a cometerem suicídio. Os membros do Judas Priest compareceram ao tribunal, e apesar da dor de cabeça, o caso foi arquivado.
“As pessoas que vieram com o caso usaram todo um equipamento sofisticado para tentar 'provar' que essa mensagem subliminar existia, mas era ridículo. Rapidamente o juiz percebeu que não havia um caso concreto, mas o julgamento durou quase seis semanas antes que o caso fosse arquivado”, disse Ian Hill, baixista do Judas Priest.
![]()