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A banda que é muito melhor ao vivo do que no estúdio, segundo Regis Tadeu
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A música que "virou a chave" e colocou Brian Johnson no AC/DC: "Foi mágico"
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Os dois clássicos do Angra que Rafael Bittencourt ajudou a escrever, mas não foi creditado
O músico que Sting chamou de "um dos maiores tecladistas do mundo"
Em dezembro de 1985, dois garotos americanos atiraram contra si mesmos. Um rapaz morreu no local, enquanto outro ficou gravemente ferido e faleceu três anos depois. As famílias dos rapazes entraram na justiça, alegando que o disco “Stained Class”, do Judas Priest, os induziu a cometerem suicídio. Os membros do Judas Priest compareceram ao tribunal, e apesar da dor de cabeça, o caso foi arquivado.
“As pessoas que vieram com o caso usaram todo um equipamento sofisticado para tentar 'provar' que essa mensagem subliminar existia, mas era ridículo. Rapidamente o juiz percebeu que não havia um caso concreto, mas o julgamento durou quase seis semanas antes que o caso fosse arquivado”, disse Ian Hill, baixista do Judas Priest.
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