Paul McCartney explica como uniu democratas e republicanos nos EUA através da música
Produtor Eddie Kramer lembra como foi trabalhar na primeira demo do Kiss
Randy Blythe (Lamb of God) admite que todo mundo tremeu em "Back to the Beginning"
A atual opinião de Tarja Turunen sobre turnê de reunião com Nightwish e Marko Hietala
11 supergrupos prog de qualidade que muita gente certamente nunca ouviu falar
Vocalista lembra briga que levou ao fim do Black Crowes em 2015
Luis Mariutti detona quem chama Shamangra de banda cover e explica motivo
Muse lança "Hexagons", faixa do seu próximo disco de estúdio
Sebastian Bach, Mark Osegueda e outros cantores celebram 40 anos de "Transformers"
Crypta abrirá próxima tour do Arch Enemy e The Black Dahlia Murder
A curiosa origem do nome artístico de Rafael Bittencourt, segundo o próprio
Vinnie Paul gostaria que disco do Guns N' Roses fosse tocado em seu funeral
De Metallica a Ramones: como "Os Simpsons" virou um dos maiores palcos do rock na cultura pop
As duas músicas "perfeitamente elaboradas" segundo Rachel Bolan (Skid Row)
O show em que Plant e Bonham perceberam que o Led Zeppelin havia se tornado uma banda gigante
Em dezembro de 1985, dois garotos americanos atiraram contra si mesmos. Um rapaz morreu no local, enquanto outro ficou gravemente ferido e faleceu três anos depois. As famílias dos rapazes entraram na justiça, alegando que o disco “Stained Class”, do Judas Priest, os induziu a cometerem suicídio. Os membros do Judas Priest compareceram ao tribunal, e apesar da dor de cabeça, o caso foi arquivado.
“As pessoas que vieram com o caso usaram todo um equipamento sofisticado para tentar 'provar' que essa mensagem subliminar existia, mas era ridículo. Rapidamente o juiz percebeu que não havia um caso concreto, mas o julgamento durou quase seis semanas antes que o caso fosse arquivado”, disse Ian Hill, baixista do Judas Priest.
![]()