Hammerfall: Rio foi palco de um dos melhores shows já vistos
Resenha - Hammerfall (Garden Hall, Rio de Janeiro, 23/03/2001)
Por Anderson Guimarães de Carvalho
Postado em 23 de março de 2001
Sexta-feira o Rio foi palco de um dos melhores shows já vistos por aqui.Dando continuidade à turnê do álbum Renegade, a banda sueca HammerFall fez no Rio o quarto e último show durante sua segunda passagem pelo país. O público compareceu ao Garden Hall para conferir o primeiro show da banda no Rio de Janeiro.
O local do show, com uma infra-estrutura de primeiro mundo, surpreendeu muito, até mesmo as pessoas que reclamaram do preço do ingresso (R$ 35). Essas pessoas deveriam lembrar-se de shows internacionais anteriores e amadorísticos que, ao invés de possibilitar conforto e qualidade aos fãs de heavy metal, preferiram cortar custos e colocar os fãs em uma verdadeira sauna. Pagando R$ 10 a mais, os fãs cariocas puderam conferir a performance devastadora do HammerFall .
A banda começou seu show ás 22.30h e brindou o público com uma apresentação impecável. Mesclando músicas de seus 3 álbuns, executaram um set perfeito.Templars of Steel abriu o show e ficou nítido que esta música é um verdadeiro hino. Em seguida, tocaram The Metal Age, Stronger Than All, A Lengend Reborn, Steel Meets Steel, e At the End of The Rainbow. A banda é muito entrosada, principalmente a cozinha, formada pelo batera Anders Johansson e o baixista Magnus Rosén, este, aliás, o que mais agitava o público.
Após tocarem Let the Hammer Fall, Anders fez um solo e agitou todos os presentes com muita simpatia e sua técnica apurada. Emendou com a instrumental Raise the Hammer, seguida de um dos maiores clássicos da banda: Glory to the Brave. Surge então o esperado solo de bateria , onde Anders demonstra todo seu talento e técnica, mostrando pq é um dos nomes mais respeitados do cenário. Logo veio Dreamland, que agradou muito o público. Nesta música, o guitarrista Stefan Elmgren esbanjou segurança e talento, executando seus solos. Já o guitarrista Oscar Dronjak sacudiu o publico, com toda sua simpatia e riffs marcantes, uma vez que Stefan faz quase todos os solos da banda.
Mas quem teve o público nas mãos foi o vocalista Joacim Cans. Correndo por todo o palco, ele fez o público delirar com sua interpretação em músicas como The Way of The Warrior. Após um breve intervalo, a banda voltou ao palco e tocou mais 3 músicas: Renegade, Heeding the Call (uma das mais cantadas da noite) e Hammerfall, a música que encerra seus shows.
Porém a banda fez uma surpresa, voltaram ao palco e trocaram de instrumentos como fizeram na última turnê (porém,na atual turnê, não fizeram isso na Europa e Japão). Com Anders no baixo, Magnus e Joacim na guitarra, Stefan na bateria e Oscar no vocal, tocaram Breaking the Law, do Judas Priest. Despediram-se e o público pediu The Dragons Lies Bleeding, porém a banda ficou devendo essa.
Um grande show com uma grande produção da loja Hard N’ Heavy, que promoveu uma tarde de autógrafos em uma de suas lojas para os fãs da banda, além de proporcionar à WHIPLASH a cobertura do show com todo o suporte necessário, sem se importar com preferências pessoais, como alguns produtores do Rio já fizeram.
Grande iniciativa, o público compareceu.O Rio mostra que tem força. E que venham mais shows!
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