Vinnie Paul: Sua música marcou uma geração
Por Neto Almeida
Postado em 25 de junho de 2018
Eis que um belo dia, lá no início dos anos 2000, você chega na adolescência, numa cidade pequena, de interior, e fica cheio de dúvidas.
Filho de pais mais fechados, você é uma bomba cheia de conflitos internos, medos e inúmeros sentimentos confusos. Você precisa de uma maneira de extravasar toda essa energia e explosão de vida.
Nisso, descobre diversas bandas de rock e metal, que te dão a oportunidade de lidar com seus dilemas, trazer fúria para as caixas de som. Um som que dá chance de ser vivo sem agredir os egos a sua volta. A música vira seu maior confidente e válvula de escape. Numa sociedade cheia de julgamentos, suas bandas estão sempre ali, aguardando para te satisfazerem e te acompanharem...
O Pantera foi uma dessas bandas, com sua contundência,nesse aspecto de agressividade, era a que eu mais gostava de ouvir.Letras fortes, eram reflexões,após brigas em casa, problemas na escola e tudo que acontece na vida de um moleque espinhento de 14 anos.
Os anos passam, a vida segue e a música continua fazendo parte daquilo que sou.
O baterista do Pantera faleceu e, com ele, a fúria de uma bateria e ritmo que me fez companhia nos momentos mais complicados da minha vida. Era minha parceira de vida, sua música era minha amiga.
Resta um sentimento de nostalgia e um pouco de dor, por saber que a pessoa que impelia uma banda tão presente, não irá mais fazer isso em vida. Resta o legado e meu muito obrigado.

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