KissOnline entrevista Paul Stanley, do Kiss
Por Thiago Coutinho
Fonte: KissOnline.com
Postado em 15 de maio de 2006
O reformulado site KissOnline.com acaba de postar a segunda parte da entrevista com Paul Stanley, vocalista do KISS. Confira os principais excertos logo a seguir:
KissOnline — Há fãs que gostariam de decidir qual formação vocês deveriam ter no KISS. Alguns ficam até furiosos por suas opiniões serem ignoradas. O que você responde a essas pessoas?
Paul Stanley — Eu entendo o que está por trás das esperanças delas, mas elas vivem uma fantasia. Qualquer um que sonha em reagrupar quaisquer formações gostaria que seu desejo fosse alcançado. É uma fantasia, por exemplo, qualquer um acreditar que a formação original vai estar junta novamente, que você terá novamente 1976 ou 1996. O tempo passou e por diversas razões as pessoas que fizeram aquela mágica moveram-se para frente. Nosso desafio é sempre manter a integridade da banda e lembrar que esta banda sempre ficou à frente por todas as circunstâncias com que teve que lidar.
KissOnline — Então, o que o motiva a continuar com o KISS?
Stanley — Continuo porque adoro tudo isso que faço. Sou um fã. Estou em uma posição privilegiada, não apenas por estar na banda, mas também sou fã. Sabe, às vezes olho para o palco, vejo os outros caras e ouço as músicas, não há nada comparável a isso. O KISS não tem sido apenas uma boa parte da minha vida como um membro, sou um grande fã também.
KissOnline — Você mencionou há pouco que falou recentemente com Ace [Frehley].
Stanley — Sempre procuro estar por perto com ele. Podemos ficar por uma hora no telefone. Gosto mais do Ace agora do que antes. Ele é um cara muito legal e estou muito orgulhosos por sua sobriedade e por ele tomar controle e responsabilidade sobre sua vida. Com o canal VH1 fazendo aquele especial para o KISS, o ‘Rock Honors’, tanto Ace quanto Peter foram convidados. E eles ficaram lá. Sou muito orgulhoso pelo que fizemos juntos.
KissOnline — O que você acha do Rock And Roll Of Fame?
Stanley — A beleza da América é que você pode começar qualquer tipo de clube privado que quiser. E este se chama Rock And Roll Of Fame. É um nome bem impressionante para um clube, mas trata-se de uma ilusão. É um criação de um grupo de pessoas da indústrias e críticos que eles decidem quem pode ser qualificado para fazer parte de sua pequena sociedade de admiração. É o Rock And Roll Of Fame deles, não é o Rock And Roll Of Fame das pessoas. Você sequer votou nele? Eu sei que eu não o fiz. O impacto de uma banda ou de sua música é mensurado pelo quanto eles mudaram e influenciaram a sociedade e outros músicos.
Confira no link abaixo a íntegra da entrevista.
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