Celtic Frost: líder nega influência de esposa

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Por Vitor Rangel, Fonte: Gruesome Art
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Mike Baronas do site GASPetc.com recentemente entrevistou o líder do CELTIC FROST, Thomas Gabriel Fischer. Algumas partes da entrevista seguem abaixo:

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GASPetc: Posso lhe perguntar o quanto a sua esposa influenciou o CELTIC FROST depois de "Into the Pandemonium"?

Fischer: "Não influenciou nada. Eu li milhões de rumores sobre a suposta influência de Michelle sobre o CELTIC FROST, mas eu acredito que certas coisas que aconteceram à banda foram inteiramente por minha causa. Michelle estava lá para me ajudar em tudo o que eu fiz, mas todos os erros foram inteiramente meus. Mais tarde, Michelle disse que ela se arrependeu de concordar com idéias malucas minhas e que ela deveria ter sido muito mais atenta pois discordava de algumas coisas, mas ela era apenas a mulher ao meu lado e me ajudou muito. Ela provavelmente teria tido uma influência muito mais positiva no CELTIC FROST se ela realmente tivesse discordado de mim."

GASPetc: Mas é obviamente uma difícil posição para ela questionar a grande mente da banda.

Fischer: "Você tem que entender que eu conheci Michelle quando ela tinha 17 anos e nos casamos quando ela tinha 18. É claro, eu era o cara que tinha viajado o mundo inteiro e ela provavelmente não se importava em ter que falar o que pensava desde o começo. Não teria sido difícil para ela achar a sua autoconfiança cercada por um monte de músicos de rock, empresários, a indústria da música enquanto ela era aquela adolescente do Texas que nunca tinha saído da América. Então, prá início de conversa, ela tinha uma influência limitada."

"Ela realmente concordava com as minhas idéias, e como todos sabemos, minhas idéias não eram sempre as melhores."

GASPetc: Fiquei sabendo que vocês não estão mais juntos.

Fischer: "Nos separamos em 2000 e nos divorciamos em 2004."

GASPetc: E eu tenho certeza que este é um dos maiores fatores que contribuem para o seu atual estado de espírito.

Fischer: "É claro! Ela era o amor da minha vida e terminar aquele casamento foi uma das coisas mais difíceis que eu já passei. Foi uma situação bastante prolongada, escura e difícil, e eu tentei evitá-la por muito tempo. Ela precisava mudar e não o fez, então foi uma luta em vão por mim durante muitos anos. Eu mostrei pra ela coisas na sua vida com o qual ela não queria lidar e nunca foi perdoado por isto."

"Não se passa um dia sem que eu pense em Michelle, pois nós éramos um casal absolutamente único, e eu não teria me casado com aquela mulher se ela não fosse o amor da minha vida. Nós ficamos juntos por 16 anos. Nosso casamento era tão intenso e tão fantástico no começo e no final era tão dramaticamente doloroso que foi algo que é difícil para esquecer e seguir em frente. Então, claro, ela será sempre parte da minha vida, mesmo eu querendo ou não.

"Mas como parte da minha vida - como os grandes álbuns do CELTIC FROST, como 'Cold Lake' - essas coisas pertencem ao passado e a vida continua, é claro, eu olho para o futuro. Eu gosto muito do momento atual, mas todas essas coisas deixaram uma marca na minha vida de um jeito ou de outro. Com Michelle, o amor estava envolvido, o que deixa a marca mais profunda ainda."




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Sobre Vitor Rangel

Um carioca apaixonado pela boa música que no momento está cursando o 5º período de Publicidade na PUC-Rio. Teve seu primeiro contato com o rock ainda na infância, quando sua irmã colocava os discos de Iron Maiden e Pantera no toca-fitas de sua casa. Nos últimos anos, tem se dedicado inteiramente à música e à guitarra. Sua banda favorita é Metallica e também é fã incondicional de Zakk Wylde, Steve Vai e John Petrucci. Escuta de tudo um pouco, desde Madonna até Sepultura. Espera que um dia o Metallica ainda venha fazer um show no Brasil e não tem vergonha em dizer que chorou no show do Black Sabbath, em 2004, no Ozzfest.

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