Buckcherry processado por vídeo erótico de menor
Por César Enéas Guerreiro
Fonte: KNAC.com
Postado em 16 de setembro de 2006
Trechos retirados de reportagem do jornal Los Angeles Times.
Um processo na Corte Superior da Cidade de Los Angeles alega que a Warner Music Group, a Atlantic Records e outras empresas da indústria musical ajudaram a coagir uma garota de 16 anos a fazer vídeos de rock com pornografia quando uma banda colocou um anúncio procurando figurantes no MySpace.
As empresas e representantes da banda Buckcherry negaram ter agido de fora errada. Mas reconhecem que situações difíceis podem acontecer na interação com os fãs mais jovens. Mas são justamente essas situações, disse o advogado da garota, que exigem maior cautela por parta da indústria musical.
"Durante anos, a indústria tem falado sobre como as vendas e as promoções online criam oportunidades especiais para interagir com os fãs", diz o advogado Douglas Silverstein. "Bem, isso também cria uma grande dificuldade para proteger menores da exploração online", acrescenta ele.
O processo, apresentado quinta-feira, alega que o Buckcherry pediu aos fãs que aparecessem no Key Club de Hollywood em outubro. A autora da ação, uma menor não-identificada e que vivia ao sul da Califórnia, supostamente ingeriu bebidas alcoólicas e filmou enquanto mostrava seus seios, beijava outras mulheres e contorcia-se ao redor de um mastro enquanto a banda tocava a música Crazy Bitch.
De acordo com o processo, o vídeo foi divulgado no website da banda e amplamente distribuído online, da mesma forma que um programa tipo "por trás das câmeras" que fazia referência ao primeiro nome da garota, mostrava mais cenas de nudez e membros da banda dizendo "É como ficar assistindo a sete horas de pornografia".
Como resultado da divulgação do vídeo, a menor sofreu um grande trauma emocional, disse Silverstein, que vai pedir uma reparação ainda não especificada.
"Você pode imaginar o pânico que esta garota sentiu quando o vídeo começou a circular", disse ele. "Ela foi chamada de lésbica na escola. Ela teve até que mudar de escola por causa do vídeo".
Um advogado do Buckcherry disse que é possível que uma garota menor de idade tenha aparecido no vídeo, mas precauções foram tomadas para que menores não participassem. "Tínhamos uma pessoa na porta verificando as identidades e, para entrar, essa garota deve ter mostrado uma identidade falsa mostrando que tinha mais de 18 anos", disse Skip Miller da firma de advocacia Miller Barondness. "O local tinha avisos dizendo que era proibida a permanência de menores. Essa mulher preencheu um formulário de autorização com informações falsas. E, quando descobrimos que essa mulher era menor, o vídeo foi retirado do ar".
O processo alega que não solicitaram identificação à menor.
Representantes do Buckcherry disseram que a garota também é responsável. "Havia muitas oportunidades para ela não estar naquele vídeo", disse Allen Kovac, empresário do Buckcherry. "Por alguma razão, a garota conseguiu evitar todos esses esforços e agora sua mãe está tentando culpar todos menos ela. Essa mulher está vendo essa situação como uma oportunidade de ganhar dinheiro".
Um representante da Warner Music Group disse que a empresa não teve participação na produção do vídeo. Ele disse que o Buckcherry foi contratado pelo selo Atlantic, que pertence à Warner, em maio, após o vídeo ter sido produzido.
Entretanto, o executivo da Warner disse que a empresa imediatamente re-editou o vídeo e excluiu a garota após ser contatada pela sua mãe, além de retirar o original de circulação, contratando uma empresa terceirizada para retirá-lo de websites que estivessem divulgando-o ilegalmente.
Mas, até domingo, versões do vídeo mostrando a menor ainda estavam na web.
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