Tommy Lee:
Por Ana Paula Savioli
Fonte: Stuff.co.nz
Postado em 14 de setembro de 2006
O Stuff.co.nz conduziu recentemente uma entrevista com o baterista do MÖTLEY CRÜE/ SUPERNOVA Tommy Lee; seguem alguns excertos da conversa:
Sobre se ele vai ficar de olho na cantora se uma mulher vencer o "Rock Star: Supernova": "He he he! Se a gente escolher uma garota, será interessante. Nas turnês a gente normalmente tem três ou quatro dançarinas conosco, mas elas viajam separadamente, então não sei como isso funcionaria. Poderia ser bem legal. Mas em outras vezes pode ser um desastre, sabe, se você está no palco fingindo ter tido um dia bom juntos quando você não teve. Então depende. Mas tem garotas no show que definitivamente se viram, então poderia funcionar."
Sobre o fato de que a experiência rock’n’roll do reality show Supernova não parecer muito rock’n’roll: "As palavras ‘realidade’ (reality) e ‘música’ não combinam. E qualquer um que considere que essa é a realidade, não sabe muito sobre música. Isso é um programa de música completo na televisão nacional, e graças a Deus que temos um. Isso não é um karaokê. Eles não estão lá tocando uma fita. Estão cantando com uma banda de verdade, fazendo uma audição para uma banda de verdade."
Sobre a oportunidade de fazer audições pelo mundo: "No Mötley Crüe nós fizemos audições com, tipo, cinco cantores. É só uma vez diferente agora. Encontramos o Nikki [Sixx; baixista do Mötley Crüe] por um anúncio num jornal, então isso poderia ser considerado não orgânico, e a gente juntou essa banda através de contatos. Usar o poder da TV nacional para procurar o melhor cantor pelo mundo inteiro — meu Deus! É uma luxúria tão grande usar esse poder. Quero dizer, houve mais de 20.000 audições para o Supernova no mundo todo. Significa que nós podemos encontrar o melhor de todos no mundo."
Sobre relacionamentos: "Estou solteiro há acho que cinco anos, e estou meio que pensando em arranjar uma namorada. A vida é divertida e tal, mas às vezes ela fica velha. Coisas maravilhosas estão acontecendo na minha vida, mas elas não são tão especiais quando eu não tenho alguém com quem dividi-las."
Sobre se ele e seus companheiros de banda terão a experiência de manter o Supernova ativo muito tempo depois que pararem de falar sobre ele: "Eu vendi quase 40 milhões de CDs, e para mim vender 40 milhões é ter muito mais poder do que estar numa revista idiota. Eu sou produtor, autor de músicas, baterista e ator. Tem um monte de fãs que discordariam de você."
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Agora é oficial: Ozzfest volta a acontecer em 2027
Os 5 álbuns obrigatórios para se ter uma boa base na música, segundo Regis Tadeu
Por que João Gordo não é mais amigo de Max Cavalera, segundo vocalista do Ratos de Porão
Por que Roger Waters cortou Paul McCartney em "Dark Side of the Moon"?
As três músicas do AC/DC escolhidas por Brian Johnson entre as suas favoritas
Padre ouve Metallica pela primeira vez e diz que usaria música pra preparar homilias
O clássico dos Beatles que John Lennon disse que deveria ter sido dos Wings
Guitarrista do Rush, Alex Lifeson conta por que parou de fumar maconha aos 72 anos
Faith No More iguala marca de Paul McCartney, Rolling Stones e Foo Fighters
Sid Wilson faz primeira manifestação sobre saída do Slipknot
Troy Sanders comenta participação de Geezer Butler no novo álbum do Mastodon
Os 11 melhores álbuns do glam rock setentista, segundo a Loudwire
Abbath encerra show após meia música em festival finlandês
O clássico do Queen em que Freddie Mercury alcançou a nota mais alta de sua carreira
A banda dos anos setenta que Neil Peart nunca se cansou de ouvir; "músicos muito competentes"
Guns N' Roses: a verdadeira história de "Rocket Queen"
O guitarrista que recusou tocar em um dos grandes álbuns do rock Brasil dos anos 80
Cinco álbuns dos anos 2000 que todo headbanger deveria ouvir ao menos uma vez







