Kerry King: "sempre tivemos má reputação"

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Por César Enéas Guerreiro, Fonte: Cleveland Scene, Tradução
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D.X. Ferris, do site Cleveland Scene, entrevistou recentemente o guitarrista do SLAYER, Kerry King. Alguns trechos desse papo:

Sobre a perseverança juvenil da banda: "Eu tento lembrar de todas as minhas experiências como fã e aplicá-las ao SLAYER. Acho que é por esse motivo que nossos fãs são tão dedicados".

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Sobre o fato de serem uma das poucas bandas tradicionais que nunca gravou um álbum com um vocalista diferente ou um guitarrista substituto: "As pessoas precisam de continuidade. Nós trocamos de bateristas, é claro, mas se você tirar músicos das posições principais, as pessoas vão pensar: ‘Bem, O SLAYER vem tocar aqui na cidade – quem está tocando na banda?’"

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Sobre ainda fazerem shows tão intensos após uma carreira de mais de 20 anos: "Isso é o que as pessoas esperam de nós. E isso é o que esperamos de nós mesmos. Infelizmente, a primeira vez que vi o [JUDAS] PRIEST foi na turnê do ‘Point of Entry’. Eu tinha visto fotos deles todos vestidos em couro e com tachas e enfeites de metal. E aquela foi a única turnê da história na qual [Rob] Halford usou jeans. E eu não tinha ouvido o [IRON] MAIDEN antes, mas o MAIDEN abriu o show e eles massacraram o JUDAS. E, por isso, um pensamento sombrio nunca sai de minha cabeça: ‘Não posso deixar aquilo acontecer’".

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Sobre a possibilidade do SLAYER ser incluído na Rock and Roll Hall of Fame: "Se isso acontecer, será porque é realmente importante. Caso alguma banda deste gênero entrar, será o METALLICA, com certeza. Se entrarmos, vai ser algo que ninguém tinha pensado antes ou [devido à] pressão dos fãs. Eles não vão dizer ‘Vocês fizeram muito pela música, vocês mudaram as coisas pra caramba, vocês precisam entrar hoje’. Eu não espero essa baboseira. Sempre fomos uma banda de má reputação, os ‘caras maus’. A menos que você seja um fã, isso não é uma coisa boa".

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Leia o artigo completo (em inglês) no link abaixo.




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Sobre César Enéas Guerreiro

Nascido em 1970, formado em Letras pela USP e tradutor. Começou a gostar de metal em 1983, quando o KISS veio pela primeira vez ao Brasil. Depois vieram Iron, Scorpions, Twisted Sister... Sua paixão é a música extrema, principalmente a do Slayer e do inesquecível Death. Se encheu de orgulho quando ouviu o filho cantarolar "Smoke on the water, fire in the sky...".

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