"Aryan Black Metal" queima igrejas na França
Por Fabio Rondinelli
Fonte: Brave Words
Postado em 19 de junho de 2007
A notícia a seguir foi publicada no site Iol.co.za:
Segunda-feira passada, a polícia do oeste francês esteve atrás de um grupo de satanistas que eles acreditam ser responsáveis por queimar uma capela do século XVI no último fim de semana e por uma série de ataques a outros locais cristãos.
A Capela da Cruz, em Loqueffret, próxima à remota ponta da Bretanha (nota: divisão administrativa francesa, semelhante a um estado) foi consumida pelas chamas no sábado, não deixando nada além das quatro paredes principais. Diversas estátuas originais de policromo também foram destruídas.
A polícia disse que as portas da capela foram arrombadas e que as letras ABM foram pixadas nas paredes.
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A mesma pixação foi encontrada em outros oito templos cristãos - seis cruzes de granito ao lado de estradas e duas fontes - que foram destruídos mês passado na área do departamento (nota: nome dado a divisões municipais francesas) de Finistere, próximo aos populares resorts de Benodet e Concarneau.
Acredita-se que as letras signifiquem Aryan Black Metal (Black Metal Ariano), um movimento satanista relacionado ao heavy metal, paganismo e políticas extremistas de direita.
"Essa área foi muito influenciada pelo druidismo, e diversos locais cristãos foram construídos em lugares sagrados para outras religiões. Talvez queiram trazê-los de volta a suas origens. Há uma teoria em que estamos trabalhando", disse o policial francês Philippe Davadie, um dos 15 membros da equipe que investiga os ataques.
Numa série de incidentes semelhantes no começo de 2006, uma capela foi destruída na vizinhança do departamento de Morbihan. Contudo, a polícia prendeu logo em seguida uma dupla que admitiu ser responsável pelo ato.
Como muitos dos pontos cristãos a oeste da Bretanha, a capela Loquefrett era de localização remota - num bosque fora da vila nos montes Arree. Uma quantia de 300.000 euros (cerca de 400.000 dólares) foi levantada para a restauração dos prédios listados.
"Isso tudo foi uma surpresa. Agora teremos de investigar desde o início", disse Jean-Claude Albert, prefeito da vila.
"Há tantos templos que é impossível cuidar de todos. Antigamente, os padres viviam próximos às capelas e sabiam de tudo que acontecia nelas. Mas hoje em dia há tão poucos padres que certos lugares sequer são atendidos", disse Davadie.
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