Turnê "Alive 35", do Kiss, talvez não saia da Europa
Por Lucas Melo
Fonte: KISS On Line
Postado em 19 de maio de 2008
Em entrevista concedida ao jornalista Marko Syrjälä, da revista This is Rock, Paul Stanley, entre outras coisas, diz que talvez a turnê "KISS Alive 35" depois da Europa, seja interrompida sem passar pelos EUA, Japão e América do Sul.
Marko Syrjälä: Vocês decidiram tocar o álbum "Alive" inteiramente na sua turnê européia. Por que, se vocês não estão vestindo as fantasias do "Alive" e sim da era "Destroyer"?
Paul Stanley: "Bem, porque nós não estamos recriando o passado, nós estamos o celebrando. Não é sobre o show 'KISS Alive', não é sobre fantasias, não é sobre declarações recriando aquele momento, as fantasias ou o que nós queremos vestir por que nós já vestimos as outras. E nós não queremos aparecer com novas fantasias. Novas fantasias são como um novo álbum. Alguém pode dizer 'quando vocês vão ter novas fantasias?', mas se você aparece com uma nova fantasia eles dirão 'por que vocês não se vestem como KISS?' Então em alguns pontos nós temos que fazer o que nós pensamos que faz sentido".
Marko Syrjälä: Os próximos shows foram esgotados quase que instantaneamente em toda Europa. Qual foi sua reação com a rápida venda de ingressos?
Paul Stanley: "Essa é na verdade a maior turnê que nós já fizemos na Europa, maior do que a Reunion Tour [a maior turnê do KISS com média de 13.737 pessoas por show]. Então mostra de novo que as pessoas amam o KISS. As pessoas amam o que nós fazemos e o que nós representamos e de novo é sempre interessante quando alguém diz 'não são os membros originais', mas é o KISS. E eu penso que qualquer pessoa está brincando se eles acham que nós deveríamos parar porque não são os membros originais ou que nós deveríamos levar em conta qualquer coisa diferente do fato que nós somos o KISS em primeiro lugar. Toda vez que nós arrebentamos no palco, nós cumprimos as expectativas de todos".
Marko Syrjälä: Há praticamente uma inteira nova geração de fãs do KISS, até mesmo crianças abaixo de 10 anos. Você tem notado este fenômeno nas suas apresentações ao vivo?
Paul Stanley: "Sim e é ótimo. Eu acredito que o que nós fazemos é atemporal e eterno, não tem uma época específica, é para sempre".
Marko Syrjälä: Depois da parte européia da turnê, vocês estenderão e incluirão EUA, Japão ou outra área também?
Paul Stanley: "Eu não sei ainda. Minha arte [pintura] tem ido fenomenalmente bem e eu tenho exposições marcadas, e também há conversas no sentido de fazer 'Phantom of the Opera' de novo, então há muitas coisas puxando em diferentes direções. E eu não quero fazer algo que eu não tenha certeza que eu quero fazer, então tenho que estar certo".
Marko Syrjälä: Depois da conferência de imprensa em Melbourne, algo ficou na cabeça das pessoas, baseado no que você disse sobre a possibilidade do KISS continuar sem sua presença, se fosse necessário. Poderia comentar aquela declaração?
Paul Stanley: "Eu penso que o KISS é muito mais que uma banda, eu acho que nós definimos nós mesmo por regras que nós quebramos e eu estaria me sentindo elogiado se alguém pudesse tomar meu posto. De novo, a idéia de alguém do que é o KISS, não está falando necessariamente pela maioria. Então alguém diz 'tem que ser os quatro originais' e agora 'tem que estar presentes Gene e Paul'. Eu não concordo necessariamente. E seria, até onde eu creio, um tributo para tudo que o KISS honrou se a banda continuar sem mim. Não quer dizer que eu não estarei lá, não significa que não controlarei as coisas mas eu acredito que a idéia de dar um ótimo show e fazer seu melhor, vai além dos indivíduos no grupo.
Leia a matéria toda (em inglês) no link abaixo.
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