John Lennon: "Yoko acha que fui 'malvado'", diz biógrafo

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Por Karina Detrigiachi, Fonte: Veja.com
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Matéria de 01/05/09. Quer matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?

O jornalista britânico Philip Norman, escreveu uma biografia de 839 páginas sobre o BEATLE John Lennon. A viúva de Lennon, Yoko Ono, afirmou que Norman pegou pesado com Lennon e o jornalista se defendeu: "Ela acha que fui 'malvado' com John, quando na verdade eu o apresentei de maneira positiva, fazendo um retrato afetuoso", declarou Norman.

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Esta afirmação de Yoko Ono se refere a descrições detalhadas sobre o caráter de Lennon como mudanças extremadas de humor, suas manias, baixa auto-estima, insegurança sexual, flertes com o homossexualismo e a situação de quase ter feito sexo com sua própria mãe.

Abaixo o trecho de uma entrevista que Norman concedeu ao site VEJA.COM:

Veja.com: Já existiam centenas de biografias sobre os Beatles. Por que um novo livro sobre Lennon?

Norman: "A minha mulher, que é escritora e produtora de TV, foi a primeira a sugerir que eu escrevesse a biografia de John Lennon. Embora centenas de livros tivessem sido publicados sobre os Beatles e sobre aspectos específicos de John Lennon, havia apenas duas biografias sólidas sobre ele, e ambas datavam da década de 1980. John merecia um monumento literário, não só como músico, mas também como escritor, poeta, ativista da paz - uma grande figura da cultura do século XX. John foi tanto um gênio musical como um ser humano inesquecível. Ao redor do mundo, ele é hoje considerado quase um santo secular - o que teria arrancado dele um rude gracejo".

Veja.com: Você dedicou cerca de 150 páginas à infância e adolescência de Lennon. Foi um período crucial para entender quem ele foi?

Norman: "A infância de John teve uma importância enorme, porque deu a ele a sensação de não ter sido desejado por seus pais, muito embora a criação que teve por parte de sua tia Mimi - que o assumiu como responsabilidade sua - tenha sido por diversas razões feliz e segura. Eu queria que o leitor vivesse esses anos junto com ele, um período de dor que [o terapeuta] Arthur Janov o fez acessar e liberar, em 1970. Mas quase metade do livro trata da vida de John após o encontro com Yoko. Ela foi, sem dúvida, a companheira de sua alma. Foi ela quem lhe deu o ímpeto de deixar os Beatles e se tornar o artista que ele queria ser. Mas, criativamente falando, seu trabalho com os Beatles será sempre superior a tudo".

Leia a matéria completa no link abaixo.

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Sobre Karina Detrigiachi

Designer, nascida na cidade de São Paulo, Kari como é mais conhecida, cresceu ouvindo Deep Purple, Led Zeppelin, Skid Row e Alice Cooper. É apaixonada por todas as vertentes do Metal, porém ouve de tudo um pouco sem se prender a rótulos.

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