Marcelo Barbosa: investimos muito tempo e energia no Almah
Por Karina Detrigiachi
Fonte: Hard Blast
Postado em 17 de agosto de 2009
O guitarrista do ALMAH, Marcelo Barbosa, concedeu uma entrevista para o site Hard Blast e abaixo podem ser conferidos alguns trechos:
Quem lê sua biografia certamente se impressiona com a quantidade de atividades as quais você se dedica. São 3 bandas, um projeto instrumental e uma escola de música. Como você lida com tantos trabalhos simultâneos sem que haja choques?
Marcelo Barbosa: "Pois é, acho que talvez eu seja hiper-ativo ou coisa assim... Rs. Paralelamente aos projetos que você citou me dedico muito a projetos didáticos. Estou gravando alguns vídeos para o Youtube que farão parte de um DVD. É uma série que se chama "Guitarosofia" e os dois primeiros vídeos já estão disponibilizados neste endereço. Com certeza em alguns momentos choques acontecem, mas a gente tem que ter jogo de cintura e conseguir contornar as situações. Gosto muito de tudo que faço e seria uma grande dor ter que abrir mão de qualquer um dos projetos. É natural que em algum momento isso precise acontecer, mas enquanto não acontece vamos levando como dá".
Dentre suas bandas, o Almah, projeto iniciado por Edu Falaschi do Angra, é o que mais vemos na mídia. É a sua prioridade?
Marcelo: "Atualmente sim. Investimos muito tempo e energia neste projeto e devido ao fato do Edu e do Felipe Andreoli tocarem na banda, conquistamos rapidamente um certo espaço. Isso é uma coisa que não podemos simplesmente ignorar. Ninguém vai plantar laranja se está na época de maçãs. Mas isso não quer dizer que os outros projetos estão parados. Eu apenas tive que readaptar a minha vida para essa realidade relativamente nova".
Além das bandas você também é empresário e administra sua própria escola de música, o GTR, que atualmente é uma das referências do país no ensino da guitarra. O método foi desenvolvido por você mesmo e a escola hoje em dia é uma franquia com 3 filiais no Distrito Federal. Você pretende expandir para outros estados?Já há propostas ou projetos em andamento?
Marcelo: "Sim. Sempre me procuram pedindo informações de como abrir um GTR em outras cidades e estados. Agora mesmo existe uma negociação com uma cidade bem grande, mas prefiro não comentar antes de se concretizar. A principal idéia é levar um ensino de música sério, personalizado e de qualidade acima da média para onde quer que exista alguém querendo aprender a tocar um instrumento".
Na hora de escutar um som, o que rola em seu I-pod?
Marcelo: "O meu I-Pod é a verdadeira 'casa-da-mãe-Joana'. Tem de tudo. Gosto muito de progressivo então sempre tem Rush, Yes, DT e afins. Curto rock setentista como Led, Deep Purple, Hendrix, Aerosmith e mais pra década de oitenta e noventa, Van Halen, Queen, Nine Inch Nails por exemplo. Isso na área do rock, pois ouço muito fusion, jazz e outros tipos de música instrumental. Atualmente tenho ouvido bastante uma banda chamada Jellyfish, um pop/rock de extrema qualidade que me soa como uma mistura de Beatles e Supertramp mas com muita personalidade. A banda é antiga, mas descobri esse ano por indicação de um amigo. E também o 'All the Right Reasons' do Nickelback, que além de boas canções tem um som de guitarra absurdo de bom. E o 'Death Magnetic' do Metallica".
Para ler a entrevista completa acesse este link.
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