Deicide: com os anticristos nos bastidores de Brasília

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Por Gilmar Batista, Fonte: OsubversivO zine
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Uma coisa é ser da equipe de roadies de uma banda gringa, outra coisa é organizar o palco para que tudo dê certo e foi para isso que fui chamado. Cheguei cedo, para conhecer a galera da técnica, a RPS que mandou muitíssimo bem. Parabenizo aqui o trabalho da moçada, que fez até uma decoração, que seria usada especialmente no auge do evento, quando o Deicide entrasse em cena.

Expectativas à parte, minha taxa de adrenalina estava em alta, pois todos comentavam o quando Glen Benton seria chato, frio, exigente e blá, blá blá... mas no final do evento, depois de ter servido aos senhores do Death Metal, posso garantir que é tudo bobagem inventada pela mídia, ou os caras amadurecem tanto que isso ficou no passado. Já vi muitas bandas locais (e olha que nem sou roadie, estou brincando de coordenar palcos) serem mais chatas e mais posers do que os caras. Extremamente educados, gentis e preocupados em se fazer entender em suas necessidades no palco.

O motorista da van que ia levar os caras do hotel para Taguatinga perdeu-se no caminho e sem crédito no celular (acreditem, pois é a pura verdade!), voltou ao hotel (Glen perdeu a paciência), cheguei a pensar que o show dos caras seria cancelado por isso, pois as coisas estavam redondinhas demais para darem certo... então tivemos que enviar uma escolta, para buscar os caras, resultando em um atraso de 2 horas para o início e ao chegarem o motorista conseguiu perder-se no estacionamento do Lions Clube, então deu para perceber o estresse que a banda estava passando desde o aeroporto.

A passagem de som foi tranquilíssima, Hudson Hells (Galinha Preta, Moretools) gastou todo o seu inglês e mandou muitíssimo bem, ao atender as necessidades de Jack Owen e Kevin Querion nas guitarras durante o soundcheck. Perguntei a Jack Owen sobre suas impressões em relação à tour, ele gentilmente me disse que tava muito feliz, pois acabavam de fazer um show lotado na argentina, porém concluímos que no Chile o público é mais insano e ele confirmou que a coisa lá foi bem divertida em todos os aspectos. Depois conversando com Kevin Querion, fiquei sabendo que eles vieram direto da Argentina para o Brasil, e depois de horas de vôo e escalas e mais escalas, chegam em Brasília e se perdem na vinda para Taguatinga. Ele falou que foi muito foda de engraçada aquela situação, mas que estava feliz porque finalmente iam passar o som e tinham uma boa expectativa para o que iria mais tarde no encerramento do show.

Quando Steve achou que estava pronto para iniciar a passagem, o cabeçote Marshall reservado especialmente para o Deicide queima todos os componentes, na verdade o amplificador fritou tanto que cheirou forte. Rapidamente Hells e os caras da técnica trataram de substituir, mas o outro cabeçote sequer ligava. Resultado: fizeram a passagem e o show com um cabeçote Meteoro que respondeu "divinamente" bem no show dos anticristos... não é estranho isso? Sávio Américo (Bruto) ficou como roadie do batera, homem das pizzas e do papel higiênico, comprado às pressas quando Glen disse que precisava ir ao banheiro...

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